O enigma do baiano alagoano

BSB Capital 18/09/2015 às 16:25, Atualizado em 18/09/2015 às 16:25

Muito antes da decretação da prisão do alagoano Fernando Baiano, a Coluna conversou com um interlocutor com vasto conhecimento da atuação do lobista “Fernando”. Essa fonte revelou, em letras garrafais, que, pela frieza do alagoano, ele jamais aceitaria fazer delação premiada como réu da operação lava-jato, no que foi contestado pelo colunista, conhecedor das entranhas …

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Foto: Reprodução
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Muito antes da decretação da prisão do alagoano Fernando Baiano, a Coluna conversou com um interlocutor com vasto conhecimento da atuação do lobista “Fernando”. Essa fonte revelou, em letras garrafais, que, pela frieza do alagoano, ele jamais aceitaria fazer delação premiada como réu da operação lava-jato, no que foi contestado pelo colunista, conhecedor das entranhas do Petrolão.

Nenhum cidadão com o padrão de vida dos integrantes da quadrilha que se instalou na Petrobrás, após 180 dias ao relento nas dependências “especiais” da Superintendência da Policia Federal, ou dos presídios de “primeira linha” do Paraná, deixará de ser colaborador da Justiça em troca de redução de eventuais penas. Aí incluídos Marcelo Odebrecht, José Dirceu e outros tantos durões.

O interlocutor foi adiante: o alagoano Fernando Baiano é um sujeito meticuloso, organizado e, sobretudo, frio. Aqueles que ainda têm dúvidas de que aparecerão documentos e as próprias digitais de gente graúda, não perdem por esperar.

A artilharia será pesada e derrubará os pilares do que acostumamos chamar de Congresso Nacional e suas cercanias.

Seria prudente que algumas figuras envolvidas nesse cipoal de maracutaias preparem suas malas, livros e discos, se for permitido, para passar um longo tempo no Hotel Moro, em Curitiba, com um opcional aqui na Papuda, no Planalto Central.

Deixando de lado esse assunto de delator ou colaborador, o que mais chama a atenção hoje em Brasília é a falta do que fazer dos nossos deputados e senadores. Como produzem lixo! O país atravessando uma fase difícil, todos tentando colaborar e amenizar a crise econômica e moral, e esses maus brasileiros se lixando para o que está acontecendo.

Chega a ser patético o líder do PT, irmão do Genuíno, fazer ameaças de convocar a população para ir para ao confronto caso seja instalado o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Seria até engraçado os 7% que aprovam o governo contra os 90% que desaprovam.

Seria preciso chamar o Comandante Stedile, a franga gaúcha, para incorporar seu exército às tropas do general Zé das Couves Cearense.

Essa família Genuína é muito ingênua!

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