Entendendo a questão do “azar”

bsbcapitalPor ,21/05/2016 às 22:29, Atualizado em 09/07/2016 às 3:37

Não confunda azar com as dificuldades naturais da vida, que requerem inteligência, estudo, trabalho e dedicação para serem superadas. Também não misture falta de sorte com as ações não inteligentes repetidas que geram fracassos. Em situações de insucessos, temos a tendência de atribuir isto ao azar ou ao demônio. É preciso viver com inteligência, assumir …

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Não confunda azar com as dificuldades naturais da vida, que requerem inteligência, estudo, trabalho e dedicação para serem superadas. Também não misture falta de sorte com as ações não inteligentes repetidas que geram fracassos.

Em situações de insucessos, temos a tendência de atribuir isto ao azar ou ao demônio. É preciso viver com inteligência, assumir a responsabilidade nos fracassos, entender o jogo e buscar atitudes diferentes para modificar a nossa caminhada.

A sua forma de ser, consciente ou inconscientemente, atrairá os acontecimentos. Observe seus pensamentos, sentimentos, atitudes e conversas e ficará surpreso (a) com você mesmo (a). Modifique-se pela leitura, companhias e ambientes edificantes e modificará o magnetismo que determina os acontecimentos e a criação do que você é na intimidade.

Em alguns casos, a modificação demorará para alterar a trajetória dos acontecimentos. É preciso confiança e persistência no bem. Mesmo depois que a trajetória mudar, haverá retrocessos. Volte, e continue até não se abalar mais. Então verá que os fracassos são ensinamentos necessários para seu progresso.

Pergunte-se: o que isso me ensina? Existem ensinamentos sobre o passado, o presente e o futuro. Algumas pessoas passam a frequentar templos, seitas, grupos e, sem perceberem, mudam de atitude apenas externamente.

Neste caso, continuarão atraindo os insucessos que erroneamente chamam de azar. Somente a mudança interna muda o magnetismo, gerado pelos pensamentos e sentimentos, que determina as leis de atração.

A base de todo o ensinamento de Dalai Lama resume-se em Compaixão: “faça ao outro o que gostaria de receber. Trate como gostaria de ser tratado. Não faça ao outro o que não gostaria que lhe fizesse”, ensinou Cristo.

Isso é a compaixão de que fala Dalai Lama.


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