Noroeste não é o vilão da Asa Norte, aponta estudo da UnB

bsbcapitalPor ,01/01/2016 às 7:54, Atualizado em 09/07/2016 às 3:40

    Quando chove, os moradores da Asa Norte entram em alerta. Tesourinhas alagadas, lojas submersas e carros levados pela enxurrada. Um estudo de 2014, elaborado pelo Departamento de Engenharia Florestal da Universidade de Brasília (UnB), comprova que essas ocorrências não têm conexão com as obras do Setor Noroeste. O Sinduscon-DF considera que o problema …

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Alagamentos na Asa Norte aumentaram depois da criação do novo bairro. Foto: Divulgação
Alagamentos na Asa Norte aumentaram depois da criação do novo bairro. Foto: Divulgação

 

Quando chove, os moradores da Asa Norte entram em alerta. Tesourinhas alagadas, lojas submersas e carros levados pela enxurrada. Um estudo de 2014, elaborado pelo Departamento de Engenharia Florestal da Universidade de Brasília (UnB), comprova que essas ocorrências não têm conexão com as obras do Setor Noroeste. O Sinduscon-DF considera que o problema está na falta de infraestrutura. A Defesa Civil diz que existiam duas bacias de detenção que não comportam o volume da águas pluviais na região, mas há quatro reservatórios em pleno funcionamento. A informação é confirmada pela Terracap e pela Adasa. O professor da UnB, Henrique Chaves, acredita que, para reduzir os alagamentos, devam ser feitas limpezas profundas e manutenções freqüentes em bocas de lobo e nas redes de águas pluviais. Ele considera que a população tem papel fundamental no sentido de mostrar onde está o problema. “Sempre que vejo algum bueiro sem limpeza ou algo que possa contribuir para os alagamentos, aciono os responsáveis e eles resolvem”, disse. Para Chaves, o governo executa, mas a população também tem que exercer seu papel.

Então pessoal, vamos ajudar não jogando lixo na rua e avisando quando perceberem algum problema!


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