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Política

“Não precisa mudar, vou me adaptar ao seu jeito”

  • Júlio Pontes
  • 21/02/2025
  • 08:00

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Em ritmo de carnaval, relembro a famosa música de Ivete Sangalo para tratar de prováveis mudanças no que tange à comunicação política. O senador Carlos Viana (Podemos-MG) apresentou, na segunda-feira (17), um projeto de lei que proíbe a monetização de perfis de políticos em redes sociais, sites e blogs. 

Se você não entendeu, prossiga a leitura que eu te explico!

Usemos Ivete Sangalo e a música do título como exemplos. No canal oficial da cantora baiana no YouTube, a faixa publicada há 11 anos conta 26 milhões de visualizações. 

De acordo com sites especializados em tecnologia, a plataforma de vídeos paga, em média, de US$ 0,25 a US$ 4,50 a cada mil visualizações. Ou seja, Veveta ganhou, no mínimo, US$ 6,5 mil dólares com a canção. Esta é a forma pela qual os sites e aplicativos remuneram os criadores de conteúdo após o fim dos CDs e DVDs, por exemplo.

Vejam: até aqui, qualquer pessoa que criar conteúdo na internet está habilitada a receber por isso. E é justamente este o ponto do projeto de Carlos Viana. O objetivo é vetar que políticos estejam aptos a ganhar dinheiro por seus vídeos em redes sociais, como fez a deputada federal Bia Kicis (PL-DF). 

Em outubro de 2020, a parlamentar brasiliense assumiu, em depoimento à Polícia Federal, que recebeu do YouTube o equivalente a US$ 800 – pela cotação atual, cerca de R$ 5 mil em dois anos. 

E não tem nada errado nisso. Acontece que os deputados federais, por exemplo, são autorizados a utilizar uma cota de dinheiro público para “divulgação de atividade parlamentar”, e, assim, impulsionar seus conteúdos nas redes. 

Trocando em miúdos, os parlamentares podem usar dinheiro público para obter mais visualizações, mas, quando esses conteúdos monetizarem, embolsam o valor pago pelas plataformas. 

E é exatamente por isso que apoio o PL 295/2025. O marketing político muda constantemente e precisamos nos atentar às alterações na legislação. Até 2018, por exemplo, o impulsionamento de conteúdo era proibido por lei. 

Já em em 2024, a Meta, dona do Instagram, do Fackebook e do WhatsApp, foi uma das empresas que mais lucrou com as eleições municipais.

Portanto, os profissionais da área precisam “saber fazer o jogo, sem deixar nenhuma mágoa”, como diz a música.

Estejamos atentos, porque, de acordo com o princípio da anualidade, as mudanças das regras para as eleições de 2026 somente serão válidas caso sejam aprovadas um ano antes do pleito. 

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