Motorista que matou mãe e filha já havia perdido licença por dirigir bêbado

BSB Capital 12/05/2014 às 7:33, Atualizado em 12/05/2014 às 7:33

Rafael Yanovich Sadite, de 33 anos, motorista da Saveiro que bateu no carro de uma família neste domingo, ocasionando a morte de mãe e um filha de 1 ano e meio, e que estava bêbado durante o acidente estava com a Carteira Nacional de Habitação (CNH) suspensa. O Correio apurou que o condutor perdeu temporiamente a licença …

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Rafael Yanovich Sadite, de 33 anos, motorista da Saveiro que bateu no carro de uma família neste domingo, ocasionando a morte de mãe e um filha de 1 ano e meio, e que estava bêbado durante o acidente estava com a Carteira Nacional de Habitação (CNH) suspensa. O Correio apurou que o condutor perdeu temporiamente a licença justamente por dirigir bêbado em 2010.

A jornalista Alessandra Tibau Trino Oliveira, de 33 anos, e a filha Júlia Trino Oliveira morreram após uma picape bater no veículo em que seguiam com Gabriel Faria de Oliveira, 31, marido e pai das vítimas. O condutor da Saveiro, Rafael Yanovich Sadite, além de dirigir em alta velocidade numa via de 60km/h, estava embriagado. O enterro das duas será realizado hoje no Cemitério Campo da Esperança.

O acidente aconteceu por volta da 1h de ontem. A família havia saído de um encontro com parentes no Park Way, próximo ao Gama, e voltava para casa, na Quadra 21 de Águas Claras. O corretor de imóveis Gabriel conduzia um Honda Fit pela DF-079, quando passou pelo cruzamento que dá acesso à via de entrada da cidade, na Quadra 5 do Park Way, próximo ao viaduto localizado embaixo da linha do metrô. Ali, o veículo foi atingido pela Saveiro. Com o forte impacto, o Fit capotou. A picape parou a cerca de 80m do ponto da colisão.

Sorriso
Gabriel e Alessandra se conheciam havia oito anos. Ela morava no Rio de Janeiro e, ao visitar Brasília, foi apresentada ao corretor de imóveis. Ter um filho era o sonho do casal, que planejava aumentar a família desde o casamento, há dois anos. Segundo os parentes, antes do nascimento de Júlia, a jornalista sofreu um aborto. Em 2012, engravidou novamente, e nasceu a Princesinha, como era chamada pelos mais próximos. “Ela era uma criança extremamente alegre e amada por todos. Era impossível não se contagiar com o sorriso dela”, contou Ana Carolina.

Há um mês, a menina atuou como dama de honra no casamento da prima. “Estamos todos sentidos, as duas (mãe e filha) eram verdadeiras companheiras”, comentou. O velório está previsto para hoje, a partir das 8h, no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul.

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