Moradores de favelas do Rio aprendem a reciclar computadores

bsbcapitalPor ,20/11/2013 às 12:31, Atualizado em 20/11/2013 às 12:31

Moradores do Complexo de Manguinhos e do Jacarezinho, na zona norte da capital, poderão participar do projeto de inclusão social e digital Fábrica Verde. Criado pela Secretaria Estadual do Ambiente (SEA), o programa permite que alunos aprendam a transformar computadores inutilizados em novas máquinas. Os equipamentos reciclados são doados a telecentros comunitários. A novidade dessa …

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Moradores do Complexo de Manguinhos e do Jacarezinho, na zona norte da capital, poderão participar do projeto de inclusão social e digital Fábrica Verde. Criado pela Secretaria Estadual do Ambiente (SEA), o programa permite que alunos aprendam a transformar computadores inutilizados em novas máquinas. Os equipamentos reciclados são doados a telecentros comunitários.

A novidade dessa edição é que pela primeira vez o programa contará com o patrocínio da Petrobras, que investirá R$1,2 milhão nas unidades de Manguinhos, do Jacarezinho e do Complexo do Alemão.

Segundo o secretário de Ambiente, Carlos Minc, a iniciativa lançada em 2011 já capacitou mais de 1.500 jovens e adultos das comunidades do Complexo do Alemão e do Salgueiro. “Com a entrada do estado nesses territórios onde a lei do medo imperava, nós estamos finalmente conseguindo promover algumas ações de cidadania. Mais da metade desses jovens, formados no projeto, conseguiram seu espaço no mercado de trabalho. Nosso papel é facilitar e dar oportunidade para essas pessoas que durante tanto tempo viveram sem nenhuma expectativa de vida”, disse Minc.

O curso oferece 120 vagas em cada uma das cinco turmas criadas para jovens e adultos entre 16 e 35 anos que cursam ou já tenham concluído o ensino médio. As aulas são dadas nos turnos da manhã e da tarde, três vezes por semana, durante três meses. Os alunos recebem uma bolsa de auxílio no valor de R$ 120 por mês.

No total, cerca de 1.500 computadores montados durante o processo de qualificação dos alunos foram doados a telecentros comunitários gratuitos instalados em diversas localidades do estado escolhidos com base no critério da exclusão socioeconômica. Mais de 40 unidades dos centros de inclusão digital foram inauguradas.

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