Modelo presa na China: “tentaram me queimar com cigarros”

BSB Capital 27/05/2014 às 9:10, Atualizado em 27/05/2014 às 9:10

A modelo brasileira Amanda Griza, 19 anos, que ficou 17 dias presa na China desembarcou na noite desta segunda-feira em Florianópolis, depois de passar por São Paulo, e disse ter passado por um “filme de terror”. Amanda foi recebida por amigos e familiares no saguão do Aeroporto Internacional Hercílio Luz por vota das 21h30. A jovem …

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A modelo brasileira Amanda Griza, 19 anos, que ficou 17 dias presa na China desembarcou na noite desta segunda-feira em Florianópolis, depois de passar por São Paulo, e disse ter passado por um “filme de terror”.

Amanda foi recebida por amigos e familiares no saguão do Aeroporto Internacional Hercílio Luz por vota das 21h30. A jovem chorou copiosamente ao ver os pais e desabafou: “achei que esse pesadelo não iria acabar nunca”.

Ainda no saguão, Amanda precisou ser amparada e concedeu uma rápida entrevista sentada em uma das cadeiras do terminal. Ela contou que os chineses tentaram queimá-la com cigarros e que outras modelos chegaram a ser espancadas.

 Foto: Renato Mendes / Futura Press

Modelo brasileira presa na China chora ao voltar ao País

“Foram os piores dias da minha vida. Um dia chorei e gritei como uma louca. Me trataram como uma louca, me levaram para uma sala e tentaram me queimar com cigarros”, disse. “Foi um filme de terror. Não entendia nada do que falavam. Ninguém falava inglês e eu e só pensava em voltar para casa”, afirmou.

A modelo disse que iria continuar com a carreira, mas garantiu que nunca mais iria “para um país comunista”. Amanda seguiu ainda na noite desta segunda para Balneário Camboriú, cidade localizada a 90 quilômetros de Florianópolis.

Amanda foi presa no dia 8 de maio na China, onde trabalhava desde fevereiro. O problema ocorreu após ser chamada para uma suposta seleção de modelos. O “convite” era uma operação realizada pelos policiais chineses para verificar problemas em vistos de trabalho. Junto com a brasileira foram detidas outras 60 garotas. “Tivemos o apoio do consulado e recebi até mesmo ligações do ministro de Relações Exteriores”, conta o pai Edson Griza. “Foi um pesadelo e espero que ninguém tenha que passar por isso”, concluiu.

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