Ir para o conteúdo
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
Facebook X-twitter Instagram
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa

Cidades, Cultura

Memória da Ceilândia em livro

  • Chico Sant'Anna
  • 03/05/2023
  • 11:30

Compartilhe:

Foto: Divulgação

A história da Ceilândia, como de quase todas as outras cidades do DF, é esquecida. Sequer é ensinada nas escolas. Criada em março de 1971, Ceilândia padece da falta de uma bibliografia.

Agora, uma contribuição pretende preencher parte dessa lacuna. Da lavra de três pesquisadores (Clemilton Saraiva, analista histórico e econômico, Leão Hamaral, jornalista, e Lucas Pinheiro, articulista do movimento social e cultural), já está disponível o livro Ceilândia: do preconceito ao orgulho.

São 200 páginas com uma viagem ao passado da Campanha de Erradicação de Invasões (CEI), sigla que veio a dar nome ao então novo setor habitacional que nascia ao Norte de Taguatinga, na antiga fazenda Guariroba.

A planta urbanística inicial contava com 17.619 lotes. Lembrava um barril deitado, pelo qual se distribuíam as QNMs e QNNs. Para diferenciar a sonoridade dessas novas quadras, muitos informavam seus endereços com a expressão Que Nada Maria, ou Que Nada Nada.

O livro recupera as lutas, superações e conquistas. Dá voz às pessoas que contribuíram para tornar sonhos em concretudes na grande Ceilândia. “Mentes das mais variadas classes sociais, da cidade ou de fora dela, foram convidadas a descrever suas interrelações que, a seu tempo, fizeram ou fazem parte da história viva do desbravador ceilandense”, registra o prefácio da obra.

Assim, busca-se jogar luz sobre um dos principais centros populacionais do DF. Sobre seu território, meio ambiente, as ricas histórias de lutas de pessoas que tiveram que deixar suas moradas nas comunidades chamadas de Invasão – tinha a Vila do IAPI, o Morro do Urubu e do Querosene, as Vilas Tenório, Esperança, Bernardo Sayão e Colombo.

A superação dessas pessoas se confunde com a própria trajetória de Ceilândia. O livro, segundo Clemilton, busca dar ao ceilandense a devida profundidade e valor histórico da cidade que hoje tem mais de 500 mil habitantes.

Compartilhe essa notícia:

Picture of Chico Sant'Anna

Chico Sant'Anna

Um olhar diferenciado de Brasília por quem defende o prazer de morar na cidade e o orgulho de ser brasiliense, por opção ou nascimento.

Colunas

Orlando Pontes

Galípolo almoçou com Vorcaro antes da falência do Banco Master

Caroline Romeiro

Janeiro Branco: cuidar da mente é um ato de saúde

José Matos

Derrotas são lições

Júlio Miragaya

A ojeriza da burguesia a Lula e ao PT

Tesandro Vilela

Quando a comida grita e a informação cala

Júlio Pontes

Manzoni é o distrital que mais cresceu no Instagram

Últimas Notícias

Exposição, samba e corrida: o que fazer em Brasília até domingo (1º)

30 de janeiro de 2026

De elefante branco a casa do futebol nacional

30 de janeiro de 2026

Fim de semana esportivo altera trânsito e segurança no DF

30 de janeiro de 2026

Com premiação recorde, Fla e Timão decidem Supercopa no Mané Garrincha

30 de janeiro de 2026

Newsletter

Siga-nos

Facebook X-twitter Instagram

Sobre

  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente
  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente

Blogs

  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade
  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade

Colunas

  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
Facebook X-twitter Instagram
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© Copyright 2011-2025 Brasília Capital Produtora e Editora de Jornais e Revistas LTDA.