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Saúde

Médicos do DF vão às urnas na terça-feira

  • Redação
  • 08/08/2025
  • 07:00

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Foto: reprodução

Depois de ser reconduzido por aclamação nos pleitos de 2013 e 2019, o presidente do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico-DF), Dr. Gutemberg Fialho, precisará vencer a disputa com um adversário para continuar no cargo a partir de novembro. A eleição – a primeira inteiramente digital da história da entidade, por meio do sistema do Tribunal Regional eleitoral (TRE-DF) –, será na terça-feira (12) contra o candidato de oposição Regis Barros. 

Desde que assumiu a condução do SindMédico, Dr. Gutemberg direcionou as ações da entidade para a valorização profissional e da medicina pública. Médico da rede oficial do DF e militante da defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), onde atua desde a residência médica em Ginecologia e Obstetrícia, no final da década de 1980. 

Dr. Gutemberg é profundo conhecedor da realidade dos hospitais e unidades de saúde, tanto pelo ângulo de quem está dentro do consultório quanto de quem milita por melhores condições de trabalho para médicos e demais profissionais de saúde e de atendimento para os pacientes. “Nossa luta tem sido para que os subsequentes governos deem aos médicos e demais profissionais de saúde as condições de trabalho e de remuneração para concretizar o acesso universal à assistência em à saúde”, afirma.

Durante sua gestão no sindicato, obteve conquistas importantes. Entre elas, acordos com o GDF em governos anteriores que garantiram salários atrativos para os médicos.  “Com a incorporação da Gratificação de Atividade Médica, na época de Arruda, e com o Plano de Carreira, Cargos e Salários que negociamos com Agnelo Queiroz, havia colegas que até deixavam o consultório privado para atuar na rede pública”, destaca.

São avanços obtidos ao longo dos anos, além dos ganhos salariais, como a redução do tempo para progressão funcional dos médicos e a conquista da contagem do tempo insalubre de trabalho para antecipar a aposentadoria que hoje motivam boa parte dos médicos no serviço público.

Fiscalização, denúncia e ação

Com uma rotina intensa de visitas a unidades de saúde, Dr. Gutemberg afirma que o sindicato tem atuado ininterruptamente por melhorias para os médicos e para os pacientes. “Além de levar ao comando da Secretaria de Saúde o relato dos problemas encontrados, expandimos a discussão para trazer o Ministério Público, o Tribunal de Contas, a OAB e a imprensa para o debate da saúde pública”, destaca. “É do interesse de toda a sociedade que a saúde pública funcione bem. Por isso, precisamos de transparência e diálogo. Sem isso, a população continua sendo a maior prejudicada”, alerta.

Resistência e compromisso

A atividade sindical não consiste unicamente em conquistar ganhos para os trabalhadores. O SindMédico, sob a direção do Dr. Gutemberg, tem sido destaque na resistência a medidas de impacto negativo no SUS. Ele cita o caso do Hospital Regional de Santa Maria, entregue a uma organização social durante a gestão Arruda. “Fomos contra desde o começo. Anos depois, a Justiça mandou reincorporar o hospital à rede pública. E até hoje o rombo daquela terceirização não foi resolvido”, explica.

Desde então, o SindMédico tem atuado contra a entrega da saúde pública a organizações privadas. O sindicato questionou, inclusive, a criação do Instituto Hospital de Base, que mais tarde virou o Iges-DF. “Na criação do Iges, evitamos que todas carreiras da saúde do DF fossem colocadas em extinção. O que seria um erro ainda maior do que os que apontamos antes”, diz. 

Além da saúde

Da luta pela saúde, Dr. Gutemberg ampliou atuação para a defesa de todo o serviço público. Atuou contra o fracionamento dos salários em 2015, contra os saques do Iprev-DF e contra o aumento da alíquota previdenciária. “O servidor público é parte da solução. E não o problema. Por isso, precisa ser respeitado e valorizado”, conclui.

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