Livro conta a história da criação do Sambódromo e da Liga das Escolas de Samba do Rio

bsbcapitalPor ,06/05/2016 às 11:19, Atualizado em 09/07/2016 às 3:48

“A cada página eu fui ficando mais e mais animado a continuar a levar a minha vida de sambista” – Zeca Pagodinho   Com uma linguagem espontânea e documental, apurada e escrita por Luiz Carlos Prestes Filho, este livro resgata a importância dos quatro presidentes das escolas que lutaram pela construção da Passarela do Samba …

Livro conta a história da criação do Sambódromo e da Liga das Escolas de Samba do Rio Leia mais »

convite_BRASILIA

“A cada página eu fui ficando mais e mais animado a continuar a levar a minha vida de sambista”

– Zeca Pagodinho

 

Com uma linguagem espontânea e documental, apurada e escrita por Luiz Carlos Prestes Filho, este livro resgata a importância dos quatro presidentes das escolas que lutaram pela construção da Passarela do Samba e criaram a Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba): Anísio Abraão, Capitão Guimarães, Luizinho Drummond e Carlinhos Maracanã. “Os depoimentos aqui reunidos ajudam a entender como uma festa popular transformou-se no maiormega evento cultural do mundo”, afirma Boni, na apresentação do livro.

Afinal, conforme bem resume o economista e ex-presidente do BNDES, Carlos Lessa, “sempre defendi que a tecnologia social de gestão do carnaval – realizada pelos bicheiros do Rio de Janeiro – deveria ser estudada para entender como foi consolidada a Economia do Carnaval”. E é exatamente esta abordagem que interessa ao autor da obra, Prestes Filho, importante pesquisador brasileiro do tema Economia da Cultura.

Além deste aspecto de megaevento único no mundo – são cerca de 120 mil pessoas circulando por dia na Marquês de Sapucaí, sendo mais de 15 mil trabalhando para atender 72 mil espectadores, em cinco dias – o carnaval trabalha com valores intangíveis, como a emoção,  ritmo, música. Mas nem por isso deixa de ser “coisa séria”.

Tania Fayal, coordenadora do canteiro de obras da Marquês de Sapucaí diz que “a construção durou 180 dias, tempo recorde! E olha que muitas forças afirmavam, na época, que não daria tempo para concluir antes do Carnaval. O menor atraso criaria um ambiente difícil de enfrentar, pois, como dizia o principal comandante da obra, o governador Leonel Brizola, “o carnaval pode derrubar um governo”.

O autor: Luiz Carlos Prestes Filho – diretor e roteirista de filmes, documentários para cinema e televisão, formado na antiga União Soviética, hoje é importante pesquisador brasileiro do tema “Economia da Cultura”. Nos últimos 15 anos, foi coordenador geral dos estudos “O Valor Econômico da Festa de San Pacho”; “Cadeia Produtiva da Economia do Artesanato”; “Cadeia Produtiva da Economia do Carnaval”; “Cadeia Produtiva da Economia da Música”; “Contribuição da Cultura para a Formação do PIB do Rio de Janeiro”. Desde 2007, é coordenador editorial da revista “Inteligência Empresarial”, do Centro de Referência em Inteligência Empresarial (Crie) da Coppe/Universidade Federal do Rio de Janeiro.

____________________________________

“O maior espetáculo da Terra, 30 anos de Sambódromo” –  Editora Lacre

Páginas: 40 / Formato: 12 x 21 cm / Preço: R$ 25

 

 


Fagner dará autógrafos em restaurante antes de fazer show em Brasília


Grupo Fifth Harmony fará cinco shows no Brasil


Mangueira é a escola de samba campeã do Rio de Janeiro


 

Deixe um comentário

Rolar para cima