Liminar impede mão única em Taguatinga

bsbcapitalPor ,13/12/2015 às 22:56, Atualizado em 13/12/2015 às 22:56

Taguatinga já está com praticamente tudo pronto para que seja implementada a mão única nas avenidas Comercial e Samdu. O único entrave é uma liminar concedida pela TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios) impedindo a continuação do processo. A Ação Popular foi movida por 22 advogados, tendo à frente o pioneiro Wilon …

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Recapeamento já está pronto, só falta a sinalização para começar a valer o sentido único nas avenidas. Foto: Allan Gabriel

Taguatinga já está com praticamente tudo pronto para que seja implementada a mão única nas avenidas Comercial e Samdu. O único entrave é uma liminar concedida pela TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios) impedindo a continuação do processo. A Ação Popular foi movida por 22 advogados, tendo à frente o pioneiro Wilon Lopes, a pedido dos empresários contrários à mudança no sentido das principais vias da cidade.

As obras de recapeamento e urbanização das avenidas já foram entregues. Estão pendentes, porém, a instalação das sinalizações verticais e horizontais, como pintura do asfalto e placas de trânsito. Na terça-feira (8), o vice governador Renato Santana convocou uma reunião com diversos órgãos para tratar do assunto e informar que as sinalizações só poderão ser colocadas quando houver uma definição sobre o projeto da mão única, para evitar desperdício de dinheiro público.

Na quarta-feira (9) houve uma reunião entre o vice-governador e a comunidade de Taguatinga, inclusive os empresários que se dizem contra a mão única. O encontro foi de cunho técnico, para o governo apresentar o status da obra e do projeto.

A Associação Comercial e Industrial de Taguatinga (Acit) apresentou no, em novembro, um estudo mostrando que a mão única deve diminuir o fluxo de veículos e de pessoas nas principais avenidas de Taguatinga, o que causaria prejuízos ao comércio. A estratégia dos empresários é adiar a mudança de sentido para o próximo ano, para não por em risco o movimento nas lojas no período das festas de fim de ano.

“Entramos com a Ação Popular em defesa das avenidas Comercial e Samdu, nas quais o governo, sem ouvir a comunidade, queria implantar mão única, transformando-as em rodovias. Ganhamos a liminar. É um direito da comunidade decidir sobre os assuntos de sua própria cidade”, desabafa Lopes.

 


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