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Artigo, Brasil, colaboradores, Política

Invista enquanto há tempo

  • Júlio Pontes
  • 24/05/2024
  • 11:00

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Foto: Divulgação/Justiça eleitoral

Diz o ditado que campanhas eleitorais iniciam exatamente no dia seguinte à divulgação do resultado das urnas do último pleito. E é verdade. Afinal, sem oposição não há democracia. Entretanto, o mais comum entre os candidatos derrotados em uma eleição é não aparecer até que o próximo período eleitoral se aproxime. No jargão político: “mergulhar”.

É claro que, muitas vezes, mergulhar é a única opção que resta a um opositor, uma vez que a maioria dos recursos financeiros disponíveis para um candidato é proveniente do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. E este encerra-se junto com a apuração dos votos.

Entretanto, os candidatos derrotados nas eleições municipais de 2020 que optaram por “mergulhar” tiveram, recentemente, uma má notícia: o Google proibiu que políticos utilizem suas plataformas para impulsionar conteúdos. O YouTube, que pertence ao mesmo dono, seguiu a decisão.

Dados do Tribunal Superior Eleitoral mostram que, durante as eleições de 2022, a empresa norteamericana faturou R$ 125 milhões. Mas, mesmo com a alta cifra, o Google publicou uma nota no dia 24 de abril deste ano informando que, a partir de maio, não permitiria anúncios políticos nas suas plataformas voltados às eleições municipais deste ano.

A medida foi uma consequência da decisão do TSE que obriga as plataformas a “manter repositório desses anúncios para acompanhamento, em tempo real, do conteúdo, dos valores, dos responsáveis pelo pagamento e das características dos grupos populacionais que compõem a audiência (perfilamento) da publicidade contratada”.

E mais: será necessário “disponibilizar ferramenta de consulta, acessível e de fácil manejo, que permita realizar busca avançada nos dados do repositório”.

A proibição da plataforma, sem aviso prévio, traz uma série de problemas aos candidatos que decidiram “mergulhar” e também os mandatários que não investiram em comunicação nos últimos quatro anos.

Ou seja, os impulsionamentos segmentados, essenciais para os profissionais de comunicação política, estarão disponíveis apenas na Meta (detentora do Facebook e do Instagram). Com um porém: por não se tratar de aparato público, a Meta pode também decidir barrar os anúncios políticos.

Se Facebook e Instagram também estiverem fora dos investimentos financeiros, os políticos digitais ficarão reféns de seu alcance orgânico, que está cada vez mais escasso.

Para se ter uma ideia, Eduardo Leite, o governador que mais cresceu nas redes entre abril e maio, segundo pesquisa da Quaest Consultoria, tem uma taxa de engajamento de 1,94%. Ou seja, dos seus 1,4 milhão de seguidores, 27 mil interagem com suas publicações.

Fato é que políticos de oposição, sem as máquinas municipais nas mãos, terão mais dificuldade de se comunicar com o seu público. Neste cenário, ganham força as inserções eleitorais no rádio e na televisão e os materiais impressos.

Como ex-proprietário de gráfica, fico feliz pelos meus antigos concorrentes. Mas o principal ativo continua sendo a presença física, o bate-papo e as agendas nas ruas, olhando no olho do eleitor.

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