Indiciado por corrupção, Agnelo faz vaquinha e jantar para pagar advogado

BSB Capital24/08/2017 às 13:39, Atualizado em 18/09/2017 às 20:51

Ex-governador foi indiciado por suspeita receber propina em obras do Mané Garrincha. Ele chegou a ser preso pela Operação Panatenaic

Alegando dificuldades financeiras para pagar seus advogados, o ex-governador Agnelo Queiroz (PT) está organizando um jantar com amigos a fim de arrecadar fundos para sua defesa. O convite para a ação entre amigos tem como objetivo pagar os advogados do petista, alvo de bloqueio judicial de R$ 10 milhões. Amigos e simpatizantes do ex-governador terão de desembolsar R$ 300 para jantar com ele em 17 de setembro, das 19h às 22 horas.
Agnelo é acusado de receber propina em troca da retirada de obstáculos para a execução da obra. Ele mudou a finalidade da estatal Terracap para que a empresa pudesse pagar as obras da arena, o que gerou, de acordo com os investigadores, prejuízo de R$ 1,3 bilhão à estatal.
O petista faz parte da lista de 21 gestores públicos, advogados e empresários indiciados na última sexta-feira (18) pela Polícia Federal por suspeita de envolvimento em desvio de recursos na construção do Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília. O ex-vice dele, Tadeu Filippelli (PMDB), e o ex-governador José Roberto Arruda (hoje no PR) também foram indiciados. Em 23 de maio, os três e ex-assessores foram presos na Operação Panatenaico, deflagrada com base nas delações de executivos da construtora Andrade Gutierrez. Todos foram soltos após conseguir habeas corpus no dia 31.

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