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Tecnologia

IA generativa muda hábitos digitais na América Latina

Uso da ferramenta passa a ser parte do cotidiano de grande parte da população da região

  • Tersandro Vilela
  • 04/12/2025
  • 14:00

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Imagem: IA

Tersandro Vilela (*)

A inteligência artificial generativa deixou de ser uma promessa tecnológica para se tornar parte do cotidiano digital de grande parte dos latino-americanos. É o que mostra a nova edição do Termômetro Digital da América Latina, produzido por Mobile Time e Blend/HSR: 79% dos adultos da região já utilizaram algum serviço desse tipo.

O Brasil lidera o ranking, com 84% de usuários, índice que confirma o país como um dos ambientes mais férteis para a popularização de soluções baseadas em IA. Além da alta penetração, chama a atenção a intensidade do uso. 

Entre os brasileiros, 46% afirmam recorrer a ferramentas de IA generativa “todos os dias ou quase todos os dias”, proporção que coloca o país à frente de vizinhos como Colômbia, Argentina e México.

O movimento reflete um cenário em que geração de texto, edição de imagens, automatização de tarefas e consultas rápidas passaram a compor a rotina digital de diferentes perfis de usuários.

O levantamento também revela o domínio de três plataformas na região: ChatGPT, escolhida por 67% dos entrevistados; Gemini 29%); e Meta AI (11%). As curvas de uso, contudo, variam conforme a faixa etária. 

No Brasil, 84% dos jovens da geração Z dizem usar ChatGPT. Já entre adultos mais velhos, geração X e Baby Boomers, o índice cai para 44%. Em sentido inverso, o Gemini avança entre os mais velhos, alcançando 51% desse público.

O estudo reforça que a IA generativa já opera como infraestrutura simbólica e prática da vida digital latino-americana. Suas aplicações se expandem da educação ao entretenimento, do consumo de notícias à produção de conteúdo. Nesse cenário, hábitos digitais vêm sendo profundamente transformados. Entre eles:

• Redação e comunicação cotidiana passam a ser realizadas com apoio de IA para e-mails, textos profissionais e estudos.

• Busca por informação migra gradualmente de mecanismos tradicionais para modelos conversacionais.

• Trabalho e produtividade adotam automação de tarefas, criação de relatórios e edição multimídia.

• Criatividade e entretenimento incorporam IA para gerar imagens, roteiros e conteúdos visuais.

• Tomada de decisão se apoia em recomendações algorítmicas no consumo, na saúde e na organização pessoal.

Ao mesmo tempo, a adoção acelerada expõe desafios que exigem respostas emergentes dos setores público e privado. Desafios emergentes: 

• Ritmo insuficiente de regulação, incapaz de acompanhar a velocidade da tecnologia.

• Riscos de desinformação ampliados por conteúdos sintéticos e deepfakes.

• Desigualdade digital, marcada pela diferença entre quem domina IA e quem não domina.

• Privacidade e uso de dados, ainda sem transparência para o cidadão comum.

• Impactos no mercado de trabalho, com pressão sobre funções repetitivas e exigência de requalificação.

• Efeitos na democracia, já que a IA influencia opinião pública e circulação de informações.

Outra questão evidente, e que se apresenta como um ponto sensível no debate sobre IA, é a necessidade de políticas públicas, alfabetização digital e regulação capazes de acompanhar o ritmo da adoção, sobretudo em países como o Brasil, onde o uso cresce mais rápido do que a capacidade institucional de compreender seus efeitos sobre trabalho, informação, privacidade e democracia.

(*) Jornalista pós-graduado em Filosofia, especialista em Liderança: gestão, resultados e engajamento e mestrando em Inovação, Comunicação e Economia Criativa

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Tersandro Vilela

Jornalista pós-graduado em Filosofia, especialista em Liderança: gestão, resultados e engajamento e mestrando em Inovação, Comunicação e Economia Criativa

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