Grupo de sem-teto deve desocupar hotel Saint Peter hoje

BSB Capital 15/09/2015 às 11:47, Atualizado em 15/09/2015 às 11:47

  Após decisão judicial. Caso não cumpra decisão, movimento terá que pagar multa de R$ 10 mil por dia O Tribunal de Justiça do Distrito Federal determinou a saída dos integrantes do MRP (Movimento de Residência Popular) do prédio do hotel Saint Peter, no Setor Hoteleiro Sul, região central de Brasília. A decisão, anunciada nesta segunda-feira …

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Após decisão judicial. Caso não cumpra decisão, movimento terá que pagar multa de R$ 10 mil por dia

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal determinou a saída dos integrantes do MRP (Movimento de Residência Popular) do prédio do hotel Saint Peter, no Setor Hoteleiro Sul, região central de Brasília. A decisão, anunciada nesta segunda-feira (14), estabeleceu a desocupação imediata do local e multa de R$ 10 mil ao dia em caso de descumprimento. No entanto, a determinação só deve ser cumprida após a notificação dos representantes do MRP, nesta terça-feira (15). Os mandados de reintegração de posse só podem ser cumpridos até 18h e foi expedido após esse horário.

A Polícia Militar informou que aguarda apenas o pedido do oficial de Justiça para apoiar a desocupação, caso seja necessário.

Na manhã desta segunda-feira, cerca de 400 pessoas ocuparam os quartos do hotel, que está desativado há seis meses. O advogado do Hotel Saint Peter, Leonardo Miranda, informou que haverá uma perícia no prédio no dia 7 de outubro para avaliar os danos provocados pelos invasores.

Os militantes do MRP pedem pela prorrogação do auxílio-moradia e pela expansão do benefício, mas desde junho o GDF (Governo do Distrito Federal) alega que famílias ainda não habilitadas em programas habitacionais do governo de Brasília têm direito ao valor durante seis meses, sem prorrogação, e eles já teriam recebido 12 parcelas.

O hotel invadido pelos manifestantes é o mesmo que ofereceu uma vaga de emprego ao ex-ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu, com salário de R$ 20 mil, durante o julgamento do Mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal), no fim de 2013. Em 2014, o local foi palco de um sequestro. O sequestrador ameaçava explodir um colete com explosivos falsos.


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