Grupo de oito distritais forma frente em defesa do aplicativo Uber

bsbcapitalPor ,15/06/2016 às 8:04, Atualizado em 09/07/2016 às 3:38

Após os recentes episódios polêmicos envolvendo taxistas e os usuários do aplicativo de celular Uber, um grupo formado por oito deputados distritais lançou, na manhã de ontem, a Frente Parlamentar em Defesa da Utilização de Aplicativos para o Transporte Individual de Passageiros. A ideia, criada para tentar buscar o apoio da população em relação ao …

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Após os recentes episódios polêmicos envolvendo taxistas e os usuários do aplicativo de celular Uber, um grupo formado por oito deputados distritais lançou, na manhã de ontem, a Frente Parlamentar em Defesa da Utilização de Aplicativos para o Transporte Individual de Passageiros. A ideia, criada para tentar buscar o apoio da população em relação ao assunto, veio uma semana antes de o projeto que regulamenta o Uber ir a plenário na Câmara Legislativa (CLDF), em 21 de junho.

O lançamento ocorreu no Auditório Roberto Salmeron, na Faculdade de Tecnologia da Universidade de Brasília (UnB). De acordo com o relator da proposta, o deputado Professor Israel Batista (PV), a regulamentação do serviço pode redefinir um sistema de mobilidade urbana que sofre há anos. “Estamos com excelentes possibilidades de levar o projeto à frente, a fim de que ele seja aprovado. Contamos com o apoio de oito deputados e mais um sinaliza o apoio. Isso significa que mais de um terço da câmara é favorável ao desenvolvimento de novas tecnologias e progresso”, afirmou. Para Israel, a regulamentação visa colocar o interesse do cidadão acima ao de qualquer categoria. “Queremos uma posição equilibrada. Defendemos, primeiramente, um posicionamento pró-consumidor. Estamos falando de modernização da mobilidade urbana no DF.”

Em novembro do ano passado, o governo enviou à Câmara Legislativa o projeto de lei para regulamentar a nova modalidade de transporte individual de passageiros e colocar um fim nos conflitos, mas a proposta ficou parada na burocracia da Casa. Para a presidente da CLDF, Celina Leão, o projeto precisava ser amplamente debatido. “Demos todas as condições da sociedade civil e das categorias se posicionarem. Não houve demora. A matéria teve uma tramitação natural pela polêmica que representa”, disse.

 


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