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Filosofando (II): de Gonçalves Dias a Epicuro

  • Redação
  • 11/10/2015
  • 09:12

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         Não obstante o longo espaço de 25 séculos, o poeta maranhense Gonçalves Dias ratifica a tese do filósofo Epicuro (* 341 a. C. + 270 a.C.): não vale a pena temer ou tentar fugir daquela soturna Senhora da Foice, que está sempre nos aguardando logo ali bem perto, na beira do rio Jordão, para realizarmos a inexorável travessia (sem volta), independentemente de nossas respectivas vontades. Resumindo: não adianta fugir ou ter medo da morte!

Indice
Gervásio Baptista, uma lenda do JornalismoFilosofando, com a ajuda de SócratesParabéns, Juscelino – onde estiver!

Como os poetas são os autênticos arautos de Deus, Gonçalves Dias vaticina nas primeiras estrofes de sua Canção do Tamoio:

“Não chores, meu filho; / Não chores, que a vida / É luta renhida: / Viver é lutar! / A vida é combate, / Que os fracos abate, / Que aos fortes e aos bravos / Só pode exaltar.

            Um dia vivemos / E o homem que é forte, / Não teme da morte; / Só teme fugir; / Não fujas da morte, meu filho, / Porque a morte há de vir!…”

            Coincidentemente, 2.356 anos antes, Epicuro, o filósofo grego do período helenista, já ensinava na sua escola chamada O Jardim (onde acolhia mulheres, escravos e até prostitutas para as suas consultas): o que mais vale para a existência humana são os prazeres intelectuais e espirituais. Comparava a vida a um jardim que requer cuidados e dedicação. Temos que levar uma vida prazerosa e consciente, daí a necessidade de reflexão. Segundo afirmava, os prazeres do corpo devem ser repudiados, porque trazem sofrimentos, ansiedade e perturbam a nossa alma.

Para Epicuro, não devemos temer a morte porque não significa nada. Um dia todos nós chegaremos ao fim de nossas vidas e, por crer que nossa passagem por aqui é breve, precisamos aproveitar o melhor que nos for proporcionado. Tal qual Aristóteles, ele acreditava que o maior objetivo da vida é a felicidade. Mas ia além: achava que a dificuldade em atingi-la estava no medo que sentimos da morte. E se propôs a resolver o impasse: “Se a morte é o fim das sensações, ela não pode ser fisicamente dolorosa; e, se é o fim da consciência, não pode causar dor emocional. Ou seja: não há nada a temer. Superado esse medo, podemos ser felizes!”

            Falecido aos 72 anos, não foi sem razão que Epicuro tenha sido contemplado na tradicional escola filosófica grega com os títulos: Terapeuta do Espírito, Médico das Almas e Cirurgião das Paixões.


Gervásio Baptista, uma lenda do Jornalismo


Filosofando, com a ajuda de Sócrates


Parabéns, Juscelino – onde estiver!

 

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