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Geral

Exército dos EUA começa a dispensar soldados que recusam vacina

  • Agência Brasil
  • 03/02/2022
  • 10:09

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U.S. Army Staff Sgt. Neff of the Wyoming Army National Guard’s Medical Detachment, draws out a dose of the Moderna COVID-19 vaccine with a syringe at Raper Armory, Wyoming Army National Guard, Cheyenne, Wyo., Jan. 13, 2021. Individuals will receive a second Moderna booster vaccination 28 days after the first dose. (U.S. Army National Guard photo by Cpl. Kristina Kranz)

vacina eua
Integrante do Destacamento Médico da Guarda Nacional do Exército de Wyoming, nos Estados Unidos, aplica vacina contra a covid-19.

Militares norte-americanos que se recusarem a receber vacina contra covid-19 serão dispensados imediatamente, informou o Exército dos Estados Unidos (EUA) nessa quarta-feira (2). A medida é fundamental a fim de manter prontidão para o combate.

A ordem se aplica a soldados regulares do Exército, reservistas em serviço ativo e cadetes, a menos que tenham isenções aprovadas ou pendentes, disse o Exército em comunicado.

A ordem de dispensa é a mais recente de um braço militar dos EUA que remove os militares não vacinados em meio à pandemia, depois que o Pentágono tornou a vacina obrigatória para todos os militares em agosto de 2021.

Vacina

A grande maioria das tropas em serviço ativo recebeu pelo menos uma dose.

“A prontidão do Exército depende de soldados preparados para treinar, lutar e vencer as guerras de nossa nação”, disse a secretária do Exército, Christine Wormuth. “Soldados não vacinados apresentam risco para a força e comprometem a prontidão.”

Outras áreas das Forças Armadas dos EUA, incluindo a Força Aérea, já começaram a remover aqueles que optaram por não receber a vacina contra covid-19, autorizada pela primeira vez para uso emergencial em dezembro de 2020.

Com informações da Reuters

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