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Geral

Estudantes protestam contra os cortes no orçamento de universidades

  • Diva Araújo
  • 09/06/2022
  • 15:03

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Foto: Israel de Carvalho/TV Globo

Foto: Israel de Carvalho/TV Globo

Da Redação

Estudantes, professores e servidores do Instituto Federal de Brasília (IFB) e da Universidade de Brasília (UnB) realizaram na manhã desta quinta-feira (9) um protesto contra os bloqueios no orçamento das instituições de ensino superior federais pelo Ministério da Educação (MEC).

O grupo se reuniu em frente ao Museu da República e seguiu em marcha pelo Eixo Monumental, uma reação aos bloqueios anunciados pelo governo federal, divulgados no mês passado pelo MEC que reduziu R$ 3,2 bilhões nos repasses às instituições. Também neste mês, informou que o corte foi diminuído para R$ 1,6 bilhão.

Com faixas que traziam frases como: “Abaixo os cortes de verba” os participantes, por volta das 10h20, saíram em marcha pelo Eixo Monumental, passaram pelo Congresso Nacional e finalizaram o ato em frente à sede do MEC, por volta das 11h. Três faixas da via chegaram a ser bloqueadas, a marcha foi acompanhada pela Polícia Militar, bem como por agentes da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística do DF (DF Legal).

Segundo o presidente do Diretório Central dos Estudantes do IFB, Lucas Pessoa, os cortes têm impacto direto na qualidade dos serviços oferecidos aos estudantes, provocando demissão de terceirizados e até falta de insumos para aulas.

Os bloqueios no orçamento das universidades e institutos federais foram anunciados em 28 de maio. O valor inicial era referente a 14,5% da verba das instituições para despesas de custeio e investimento. O total fazia parte do orçamento discricionário, ou seja, os valores que cada universidade pode definir como aplicar, excluindo despesas obrigatórias, como salários e aposentadorias de professores.

O governo afirma que o contingenciamento é necessário para cumprir o teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas públicas. No entanto, no dia 3 de junho, o MEC desbloqueou cerca de metade do valor, R$ 1,6 bilhão. A medida foi anunciada pelo ministro Victor Godoy, por meio do Twitter.

Com informações do G1

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