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Sem categoria

Estresse, sono e hiperglicemia

  • Caroline Romeiro
  • 08/11/2014
  • 15:42

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Pessoas estressadas dormem mal, dormem pouco, e a consequência disso podem ser quadros de hiperglicemia pela manhã. Muitas vezes o vilão para quem quer emagrecer não está propriamente na alimentação, e sim no hábito noturno de sono.

Cada vez mais temos pessoas chegando a suas casas estressadas por causa dos grandes congestionamentos no trânsito, ou que levam o estresse do trabalho para casa, ou que têm uma vida tão agitada que precisam estudar e trabalhar até tarde da noite. Esses hábitos elevam o cortisol, um hormônio que faz com que o açúcar no sangue aumente.

O açúcar no sangue aumentado chama-se hiperglicemia, e tem diversas consequências maléficas para o organismo, pois tende a aumentar o estoque de gordura corporal, aumenta a produção de radicais livres, e, com isso, aumenta o risco cardíaco, de diabetes e envelhecimento precoce.

Contudo, há pessoas buscando a redução de peso corporal fazendo restrição de alimentos que são fontes de carboidrato ao longo do dia, principalmente no período noturno, pois existe um mito de que não se pode comer carboidratos de noite. E sabe o que acontece? Essas pessoas dormem mal por não comerem carboidrato à noite. Isso aumenta cortisol, hiperglicemia, e tudo mais já citado.

Alguns estudos mostram que se comemos carboidratos no período noturno o nosso corpo “queima” esse carboidrato no período inicial do sono, e depois queima gordura numa proporção parecida, e isso é bom. Agora, fazer um jantar com grande quantidade de carboidrato tarde da noite não é bom, pois existem estudos que mostram também que uma refeição rica em carboidrato realizada por volta de 23h faz com que os indivíduos amanheçam com hiperglicemia, diferentemente se essa refeição acontecer mais cedo, por volta das 18h ou 19h.

Orientações sobre o melhor horário e o que comer nas refeições devem ser individualizadas e um nutricionista é o profissional mais indicado para essa missão.

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Caroline Romeiro

(*) Ex-presidente do CRN 1ª Região, Mestre em Nutrição Humana e doutoranda em Ciências da Saúde

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