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Estacionado no tempo

  • Gabriel Pontes
  • 14/11/2014
  • 17:32

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Por conta de entrave judicial, museu do automóvel de Brasília está fechado desde 2012

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A lentidão da Justiça e o descaso com a cultura, presente em todas as esferas governamentais, estão fazendo o Museu do Automóvel tomar o mesmo rumo do Museu de Arte de Brasília: o fim. O espaço foi fechado ao público em 2012, quando o Ministério dos Transportes, proprietário da sede do museu, solicitou o imóvel para usá-lo como depósito de documentos. Acontece que grande parte do acervo ainda se encontra no mesmo lugar e os tais documentos do ministério nunca chegaram.

Quando estava aberto ao público, o museu recebia 120 mil visitantes por ano. Lá, encontravam 38 carros, dez mil documentos históricos e sete mil livros que compõem a maior biblioteca de temática automotiva do Brasil. Tudo isto em um galpão no centro de Brasília, próximo ao Memorial JK e do Palácio do Buriti. Roberto Nasser, curador do museu e presidente da Fundação Memória dos Transportes, afirma que não desistirá da causa. “Eu utilizarei todos os recursos lícitos para permanecer ali, porque acredito na seriedade da minha causa”, diz. “Socialmente, o museu é mais importante do que um depósito de papéis”, avalia.

\"IMG_0468\"Poucas coisas foram retiradas do museu desde o fechamento. Apenas alguns colecionadores decidiram levar suas peças, alegando falta de segurança no local. Os itens sob a gestão da Fundação Memória dos Transportes permanecem dentro do prédio. A biblioteca também está intacta, mas nada pode ser acrescentado ao arquivo. Por estar lacrado, nada pode ser acrescentado ao museu, apenas retirado. Só podem visitar o local os agentes de limpeza que duas vezes por semana vão tentar conservar o que ainda sobrevive à demora da Justiça.

Por meio de sua assessoria, o Ministério dos Transportes voltou a afirmar que precisa do prédio, assim como fez na esfera judiciária. O local será usado para preservar documentos e servirá ao programa Passe Livre, que propõe mais inclusão e mobilidade à população de classe baixa e aos portadores de deficiência. Sobre o museu, a resposta foi enfática: “não há interesse em fechar o museu, só que o curador não indicou um novo lugar para o acervo”.

Grupos organizados da sociedade civil e fãs de carros antigos também têm se mobilizado para lutar contra o fim do museu. Uma petição online foi criada e já conta com oito mil assinaturas exigindo a preservação do espaço. Túlio Lazarini é o criador da petição e diz que as assinaturas foram levadas à Secretaria de Patrimônio da União, além de tentar negociar com o GDF. Conta também que sugeriram manter o museu no local e conceder o espaço da antiga rodoferroviária ao ministério para guardar os documentos. As conversas surgiram em 2010, no governo Rogério Rosso (PSD), e não avançaram nos quatro anos de mandato de Agnelo Queiroz (PT).

 

Pesadelo

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As semelhanças entre os casos dos museus do automóvel e de arte são lamentáveis para a cultura brasiliense. O MAB está fechado desde 2007, por recomendação do Ministério Público, que considerou as instalações, no Setor Hoteleiro Norte, um risco para o acervo. Já foram feitas três tentativas de reforma do museu, mas nenhuma delas foi efetivada. Mesmo assim, como afirmou o próprio curador do museu do automóvel, Roberto Nasser, instituições como essas não se fecham trancando a porta. “O museu está fechado, mas está vivo. Não se fecha uma instituição passando a chave na porta”.

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