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Em breve, greve

  • Redação
  • 26/09/2015
  • 10:00

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Sindicatos reagem ao “pacote de maldades” do GDF e Brasília pode parar em outubro

A proposta do Governo de Brasília de não conceder os reajustes salariais conquistados em 2014 por 31 categorias não passará sem reações dos servidores públicos. Mobilizados pelos sindicatos que os representam e pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), os funcionários do GDF fizeram uma manifestação que reuniu 15 mil pessoas na praça do Buriti, na quinta-feira (24) e podem cruzar os braços por tempo indeterminado a partir do dia 7 de outubro.

Para evitar a deflagração da greve geral, o governador Rodrigo Rollemberg propôs usar recursos do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) para quitar os salários e o 13º dos aniversariantes até o final do ano. A matéria depende de aprovação da Câmara Legislativa. O Iprev foi criado em 2007 para gerir a arrecadação pela contribuição previdenciária e, segundo técnicos do GDF, dispõe de um superávit de R$ 1,7 bilhão, além dos R$, 1,5 bilhão necessários para arcar com os gastos das aposentadorias. Os sindicatos repudiaram a ideia.

O “pacote de maldades” apresentado pelo governo na semana passada desagradou praticamente à totalidade do funcionalismo público local. Os sindicatos não aceitam abrir mão de direitos conquistados para “pagar a conta” do rombo no caixa do GDF. Já o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e sua equipe econômica garantem que está difícil manter em dia os pagamentos nos valores atuais, e será impossível cumprir o acordo firmado na gestão de seu antecessor, Agnelo Queiroz (PT).

\"12034383_433073336891829_5614092992762545397_o\"A queda de braço já começou e os reflexos dela são sentidos por toda a população. Com as escolas fechadas, mais de 500 mil alunos ficaram sem aula. Durante a greve de 22 dias da Polícia Civil, suspensa na terça-feira (22), a população ficou impedida de registrar ocorrências e de obter documentos, como carteiras de identidade. A única conquista da categoria com a greve considerada ilegal pela Justiça foi a abertura do diálogo com o GDF.

E tudo indica que o pior ainda está por vir. Com o corte no orçamento federal, que impactou nas contas públicas do Distrito Federal, o cenário não é propício para se negociar com o governo. Ainda assim, caso o GDF de fato não pague, no início de outubro, o salário dos servidores com o reajuste previsto, eles prometem entrar em greve por tempo indeterminado. E quem sofrerá as despesas, novamente, será a população.

O contribuinte brasiliense, que também terá que conviver com aumentos de taxas e de impostos, a exemplo das passagens de ônibus (40%, em média), metrô (50%), restaurantes comunitários (200%), IPTU (20%), Taxa de Limpeza Pública (40%) e Taxa de Iluminação Pública (32,5%), precisará conviver com a interrupção de serviços essenciais, como saúde, segurança, educação e transporte. Além de atendimentos no Na Hora, zoológico, restaurantes comunitários, Procon, Detran, DER, Instituto de Brasília Ambiental (Ibram), Secretária de Agricultura e a Novacap, que também podem ser afetados pela greve.

“Se não houver o pagamento dos salários até o quinto dia útil do próximo mês, o risco de uma greve geral é iminente. A forma como o GDF está lidando com a situação irrita os sindicatos, que são divididos em grupos, quando deveríamos estar reunidos, já que o interesse de todos é o mesmo: receber o reajuste”, disse o dirigente da CUT, Rodrigo Rodrigues.

Funcionário de uma farmácia no Setor Comercial Sul e morador de Ceilândia, Antônio Senna reclama do aumento nas tarifas de ônibus e do metrô. “Mesmo tendo usado o transporte apenas quatro vezes durante a semana, por conta do risco de greve dos metroviários, no final da semana fui obrigado a gastar R$ 2 a mais do que eu gastava antes com o transporte, porque a linha que eu uso saltou de R$ 3 para R$ 4”, protesta.

Saiba +

A paralisação foi definida no dia 15 de setembro, após o anúncio do “pacote de maldades” do governador Rollemberg, que inclui o adiamento do pagamento do reajuste de 32 categorias, previsto para outubro. O funcionalismo também foi atingido com a suspensão de novos concursos, com o programa de demissão voluntária e novas regras para a licença-prêmio.

Na segunda-feira (21), representantes de cada categoria se reuniram com o secretário de Relações Institucionais e Sociais, Marcos Dantas, e com o secretário de Gestão Administrativa e Desburocratização, Alexandre Ribeiro para tentar um acordo, que não aconteceu. Para dar continuidade às negociações, uma nova reunião foi marcada para a segunda-feira (28).

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