Em Brasília, Lula almoça com Pacheco e se reúne com setor da cultura

BSB Capital 14/07/2022 às 11:53, Atualizado em 15/07/2022 às 11:53

Em almoço com Lula e parlamentares, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, reafirmou seu compromisso com a democracia

Ex-presidente Lula e partidários são recebidos pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
Foto: Pedro Gontijo/Senado Federal

Da Redação

No segundo dia da agenda de pré-campanha à Presidência da República em Brasília, nessa quarta-feira (13/7), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva almoçou com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Pacheco reafirmou ao petista seu compromisso com a democracia, defendeu o processo eleitoral e enfatizou que o vencedor da disputa pelo Palácio do Planalto será empossado em 1º de janeiro. Essas declarações ocorrem em meio às tentativas do presidente Jair Bolsonaro (PL) de desacreditar o sistema eletrônico de votação e insinuações que não aceitaria o resultado do pleito.

O encontro, que serviu para que Pacheco e Lula se conhecessem pessoalmente, foi realizado na residência oficial do Senado, onde Pacheco recebeu também o vice na chapa petista, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) e parlamentares de partidos aliados ao PT. As conversas giraram em torno da preocupação com o futuro do Brasil, em especial o pleno funcionamento das instituições, segundo relatos de parlamentares presentes.

Mais cedo, Lula se reuniu com cerca de 150 parlamentares da coligação, e enfatizou que o Congresso precisa retomar a autonomia perdida no governo Bolsonaro, segundo ele.

Na parte da tarde, ele se encontrou com representantes da cultura do Distrito Federal, no teatro do hotel Meliá Brasil 21, onde prometeu que o setor será uma das prioridades de seu eventual terceiro governo, e que entre as primeiras medidas, haverá a recriação do Ministério da Cultura e a instalação de um comitê estadual, em cada capital, voltado a colaborar com a pasta.

Orçamento Participativo

Lula também prometeu criar um orçamento participativo nacional. Através de um aplicativo, a sociedade poderá fazer demandas. “Se você tem dinheiro para fazer essa podridão, para fazer o orçamento secreto, por que não faz o orçamento público, à luz do dia, para que o povo conheça onde está o seu dinheiro?”, questionou o petista. “Se eu voltar à Presidência da República, vou tentar fazer o orçamento participativo em nível nacional”, afirmou.

Com informações do Correio Braziliense.

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