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Política

Eleições: Vota num, elege outro

  • Júlio Pontes
  • 10/09/2018
  • 09:36

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A campanha começou e muitos eleitores não sabem exatamente como funciona o sistema eleitoral no Brasil. Uma das maiores dúvidas é quanto à formação das coligações, que podem ser majoritárias (candidatos a prefeito, senador, governador, presidente da República, vices e suplentes) ou proporcionais (vereadores, deputados estaduais e distritais e deputados federais).

Na prática, isso significa que o eleitor pode votar em um candidato a deputado conhecido ou amigo do amigo e acabar elegendo um político que não aprova. Como as coligações são tratadas legalmente como se fossem um partido único, candidatos com menos votos “emprestam” seus votos para a coligação como um todo. A outra opção é o partido concorrer isoladamente, sem coligação.

Quociente eleitoral – Outra dúvida recorrente é o chamado quociente eleitoral, que é a divisão do total de votos válidos (excluem-se os brancos e nulos) pelo número de vagas a serem preenchidas na Casa Legislativa. Por exemplo: em 2014, no DF, foram 1.525.175 votos válidos para deputado distrital e 24 cadeiras em disputa. Por isso, o quociente eleitoral foi de 63.549 votos por vaga.

Distritais – Neste ano, partidos como o PT, Avante, Novo, PHS, PSC, PR, PSB, PP e Pros optaram por lançar chapas puras. Isto os obriga a obterem, no mínimo, o número de votos do quociente eleitoral para conseguirem uma vaga na Câmara Legislativa ou na Federal. Votar na Pastora Wall (PT), por exemplo, pode ajudar a reeleger o deputado Ricardo Vale, que propôs alterações na Lei do Silêncio e sofreu forte oposição da bancada evangélica na CLDF.

Há também uniões inusitadas. O PPL e o PSL formam a coligação Uma Nova Esperança na disputa para deputados distritais. No plano local, as duas legendas apoiam Ibaneis Rocha (MDB) para o governo, mas nacionalmente têm candidatos próprios a presidente – João Goulart Filho e Jair Bolsonaro, respectivamente.

 

AvanteSeverino Cajazeiras, Delegado Mauro Cezar
Brasília Acima de Tudo (PRTB/PRP) Cláudio Sampaio (PRP)
Brasília Justa e de Mãos Limpas (Rede e PC do B)Justo Magalhães (Rede)
Coligação Unidos pelo DF 3 (PRB e SD)Delmasso (PRB)
Elas por nós: sem Medo de Mudar o DF (PSol e PCB – sem candidato)Toninho do PSol
MDBBrunelli, Wellington Luiz, Raimundo Ribeiro, Rafael Prudente, Ericka Filippelli
Mobilizar para Mudar (PMN e PTC)Carol Lima (PTC)
NOVOCláudio Barra
PHSLira
PPAlexandre Yanez e Valdelino Barcelos
PPSRafael Vasconcellos
PRAgaciel Maia, Bispo Renato, Dr. Gutemberg, Sandra Faraj e João de Deus
ProsGuarda Janio, Delegado Fernandes, Telma Rufino e Tabanes
PSBIgor Tokarski, Juarezão, Luzia de Paula, Marlon Costa, Roosevelt Vilela, Virgílio Neto
PSCJúlio Lanchonete
PSTUEdson
PTArlete Sampaio, Chico Vigilante, Magela, Policarpo, Ricardo Vale
PTBWashington Mesquita
Sustentabilidade e Trabalho (PDT e PV)Cláudio Abrantes, Moisés Marques, Patrício, Professor Fábio Sousa e Professor Reginaldo Veras (PDT); Keves Diogo (PV)
Todos pelo DF (DEM/DC/PSDB)Wesley Moura (DC)
Uma Nova Esperança (PSL e PPL)Deusdete (PPL)
Unidos pelo DF 2 (Podemos e PSD)Cristiano Araújo, Dirsomar, Risomar Carvalho e Robério Negreiros (PSD); Jorge Vianna (Podemos)

 

Federais – Depois da minirreforma política, que dividirá proporcionalmente entre os partidos o tempo de rádio e televisão, recursos do Fundo Eleitoral e outras regras conforme as bancadas a serem eleitas para a Câmara Federal este ano, eleger deputados federais é a meta da maioria das legendas.

Na disputa da Câmara dos Deputados, o quociente eleitoral é maior, pois são apenas oito cadeiras em disputa. A coligação Pra Fazer a Diferença 1 é composta por PP, MDB, PSL e Avante. Portanto, votar em candidatos “desconhecidos” como Ana Eliza (Avante) ou Comandante Aboud (PSL), poderá ajudar a ex-presidente da CLDF, Celina Leão (PP) e o ex-vice-governador, Tadeu Filippelli (MBD) a voltarem ao poder no próximo mandato.

 

Brasília de Mãos Limpas (PDT, Rede, PSB, PV e PCdoB)Professor Léo Matos (PDT); Marcos Dantas e Maria de Lourdes Abadia (PSB); Professor Israel e Rayssa Tomaz (PV)
Elas por nós: sem Medo de Mudar o DF (PSol e PCB)Maninha e Anjuli (PSol)
NOVORodrigo Freire
PPLCampanella
Pra Fazer a Diferença 1 (PP, MDB, PSL e Avante)Celina Leão e Olair Francisco (PP) e Tadeu Filippelli (MDB)
PTErika Kokay, Sabino
Renovar DF (PTB/PHS/PTC/Patriotas)Todi Moreno e Juraci Tesouro de Ouro (PTB); Dr. Charles (PHS)
Renovar DF 2 (PMN/PMB/Pros)Hélio José e Joaquim Roriz (Pros)
Unidos pelo DF 1 (PRB/PODE/PSC/PPS/PSD/SD)Júlio César (PRB); Professor Pacco (Podemos); Paula Belmonte (PPS); Renato Santana (PSD) e Augusto Carvalho (SD)
União e Força (PR/DEM/PSDB)Flávia Arruda e Laerte Bessa (PR) e Paulo Roriz (PSDB)

 

Atenção – Chama atenção a coligação para deputado federal Unidos Pelo DF 1, composta por PRB, Podemos, PPS, Solidariedade, PSC e PSD. O elenco é formado por nomes de peso como o distrital mais bem votado em 2014, Júlio Cesar (PRB); o deputado federal Augusto Carvalho (Solidariedade), a empresária Paula Belmonte (PPS) e o vice-governador Renato Santana (PSD).

Outra coligação que promete ter muitos votos é a Brasília de Mãos Limpas, integrada por legendas que apoiam a reeleição do governador Rodrigo Rollemberg (PSB, PV, PC do B, PDT e Rede). Na briga pela Câmara Federal estão, entre outros, Marcos Dantas (ex-secretário de Cidades) e Maria de Lourdes Abadia (ex-governadora), do PSB, Professor Léo Matos (PDT), que conta com o apoio do distrital Reginaldo Veras, Professor Israel Batista e Rayssa Tomaz, ambos do PV.

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