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É possível uma dieta saudável e sustentável?

  • Caroline Romeiro
  • 25/07/2024
  • 11:00

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Uma dieta sustentável para o planeta é aquela que consegue equilibrar a necessidade de nutrição saudável para a população mundial com a preservação dos recursos naturais e a redução do impacto ambiental. 

O padrão alimentar mais saudável e sustentável envolve o aumento do consumo de alimentos de origem vegetal (frutas, legumes, cereais integrais, sementes e nozes), reduzindo-se a ingestão de produtos de origem animal, especialmente carne vermelha e processados.

Dietas como a mediterrânea, a nórdica e a vegetariana, que enfatizam alimentos frescos e minimamente processados, têm se mostrado benéficas tanto para a saúde quanto para o meio ambiente. Elas não só fornecem os nutrientes essenciais para o corpo humano como também ajudam a diminuir as emissões de gases de efeito estufa e o uso excessivo de água e terra.

Efeito estufa – O padrão alimentar mais saudável também tende a ser o mais sustentável. Estudos indicam que a produção de alimentos de origem animal, especialmente a carne bovina, tem um impacto ambiental muito maior do que a produção de alimentos de origem vegetal.

A pecuária é responsável por uma grande parte das emissões de gases de efeito estufa, além de contribuir para o desmatamento e a degradação do solo. Ao adotar uma dieta baseada principalmente em plantas, não apenas se melhora a saúde individual, reduzindo o risco de doenças crônicas como diabetes e doenças cardíacas, mas também diminui a pressão sobre os ecossistemas globais. 

Portanto, uma mudança coletiva para dietas baseadas em plantas é fundamental para garantir um futuro sustentável. Para estimular as pessoas a aderirem a esse padrão de consumo alimentar, é necessário um esforço conjunto de governos, organizações não governamentais e empresas do setor alimentício.

Campanhas educativas que destaquem os benefícios para a saúde e o meio ambiente podem aumentar essa conscientização. Políticas públicas, como subsídios para alimentos saudáveis e impostos sobre alimentos com alto teor de carbono, podem tornar opções mais sustentáveis financeiramente acessíveis. 

Além disso, a promoção de hortas comunitárias e a valorização de produtores locais podem ajudar a fortalecer a conexão entre as pessoas e a origem de seus alimentos, incentivando escolhas mais conscientes e sustentáveis.

O Guia Alimentar para a População Brasileira, elaborado pelo Ministério da Saúde, segue em grande parte essas orientações de sustentabilidade. Ele enfatiza a importância de uma alimentação baseada em alimentos in natura ou minimamente processados, destacando o consumo de frutas, legumes e verduras e cereais integrais.

O guia também alerta contra o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, que não apenas têm um impacto negativo na saúde, mas também contribuem para a degradação ambiental devido ao seu processo de produção intensivo em recursos. 

Ao promover uma dieta que é saudável e sustentável, o guia oferece uma ferramenta valiosa para orientar a população brasileira em direção a um padrão alimentar que beneficia tanto as pessoas quanto o planeta.

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Caroline Romeiro

(*) Ex-presidente do CRN 1ª Região, Mestre em Nutrição Humana e doutoranda em Ciências da Saúde

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