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E como fica Maceió?

  • Redação
  • 10/12/2023
  • 14:00

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Waldez Góes - Foto:Ricardo Stuckert-PR

Por enquanto, as ações do governo federal em favor do povo alagoano na tragédia da Braskem resumem-se a acompanhar o problema, reconhecer o decreto estadual e decretar estado de emergência.

Mais empenho – O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), que é alagoano, postou em seu “X”: “Alagoas precisa do amparo do governo federal, que tem que ajudar a prefeitura de Maceió a acolher as famílias que estão ficando desabrigadas e não estão podendo trabalhar na pesca na Lagoa de Mundaú”.

Exploração – Maceió vem sofrendo tremores de terra e está sob risco de desabamento de uma das minas de extração de sal-gema pertencentes à Braskem desde 1980. De lá para cá, estudiosos e líderes comunitários vinham avisando que a exploração desenfreada estava causando prejuízo ao solo.

Indenização – Bairros inteiros tiveram que ser abandonados pelos moradores. Mesmo com várias ações na Justiça, a Braskem nunca indenizou essas famílias, e continuou a exploração, que agora oferece risco de desabamento de uma área do tamanho do Maracanã. 

Soluções – O ministro da Integração e Reconstrução Regional, Valdênio Góes (foto), tem se reunido com representantes de diversos setores de Alagoas em busca de soluções para o problema. Ele garante que o governo tem dado assistência e buscado ajudar em todos os níveis.

Transversalidade – Góes adotou a palavra transversalidade para explicar que o problema de Maceió envolve a iniciativa privada e os poderes municipal, estadual e federal. Só que o significado da palavra não tem nada a ver com isso. Ela trata de realidade e fora da realidade. Será que era isso que o ministro queria falar?

Ajuda – Mesmo com a palavra mal aplicada, Góes conseguiu passar a mensagem de que naquilo que a Braskem, a prefeitura de Maceió e o estado de Alagoas não conseguirem atender, o governo federal está pronto para intervir.

A conta vai chegar – “Nós vamos distribuir cestas básicas, trabalhar na reconstrução de casas e encaminharemos as famílias para receberem benefícios específicos para esta tragédia”, diz o ministro. “É claro que, no futuro, tudo isso poderá ser cobrado da empresa e do poder público, caso as falhas sejam confirmadas”.

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