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Brasil

Do massacre à conivência

  • Sindicato dos Professores do DF
  • 19/12/2022
  • 09:00

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Bolsonaristas radicais promovem atos antidemocráticos em Brasília - Foto: Divulgação

Bolsonaristas radicais promovem atos antidemocráticos em Brasília – Foto: Divulgação

Sinpro-DF

Outubro de 2015. Professores da rede pública de ensino do Distrito Federal em greve fecharam por cerca de uma hora as saídas dos Eixos Sul e Norte. O protesto legítimo reivindicava o pagamento da última parcela do reajuste salarial conquistado em 2013. Na ocasião, câmeras de cinegrafistas profissionais e amadores flagraram a ação truculenta do Batalhão de Choque da PMDF.

Policiais cercaram um carro que participava da manifestação e retiraram o motorista, um professor, à força. O deitaram no chão com o rosto colado no asfalto e os braços para trás. Algemaram-no. Outro, antes de ser algemado, recebeu um golpe de estrangulamento conhecido como “mata-leão”, perigoso por causar a redução da circulação de sangue até o cérebro.

Muitos foram feridos pelas balas de borracha e os jatos de spray de pimenta disparados à queima roupa. A professora Meg Guimarães, ex-diretora do Sinpro-DF, foi filmada algemada, cercada de policiais, com o nariz escorrendo sangue. Ela teve lesão corporal atestada pelo Instituto Médico Legal (IML) e, desde então, tem sofrido de transtornos de ansiedade e de estresse pós-traumático. Aos meios de comunicação tradicionais, a PM disse que “o uso da força ocorreu após uma hora de negociação para a liberação da via”.

Há mais de 45 dias, apoiadores de Jair Bolsonaro acampam em frente ao Quartel General do Exército, no Setor Militar Urbano (SMU) de Brasília. A ação é criminosa, já que incita as Forças Armadas contra a sociedade civil. Consequência do ato: a Esplanada dos Ministérios, uma das principais vias do DF, foi interditada sem previsão de reabertura, impondo o desvio de quem passa por ali de ônibus ou de carro para trabalhar ou estudar.

Os bolsonaristas fizeram, na segunda-feira (12), uma noite de terror em Brasília. Tentaram invadir a sede da Polícia Federal, atearam fogo em carros de civis e em ônibus. Um veículo estacionado em um posto de gasolina ficou em chamas, com o risco de causar uma explosão do local que tem nas proximidades hotéis e um shopping. Durante os atos criminosos, foram espalhados botijões de gás de cozinha em vias do Setor Hoteleiro Norte.

Na transmissão ao vivo da ação terrorista, feita pela jornalista Juliana Castro, ouve-se de um dos apoiadores de Bolsonaro: “imagina amanhã, quando a gente voltar armado”. Resultado: durante os atos criminosos, ninguém foi preso pelas forças de segurança. A PMDF, convocada para conter as ações daqueles que, dias atrás, em outro canto do Brasil, cantavam o Hino Nacional para um pneu de trator, utilizou força tática completamente distinta daquela empregada contra professores em 2015.

O que motiva ou justifica as diferentes abordagens da Polícia Militar quando a ação se dá junto a professores das escolas públicas do DF, contra trabalhadores sem terra/sem teto, contra estudantes ou qualquer categoria da classe trabalhadora? Os exemplos indicam que as forças policiais são fundamentadas em valores avessos às pautas que guiam movimentos sociais e sindicais, como o Sinpro-DF, como a valorização da classe trabalhadora, o questionamento das ordens, o exercício do pensamento crítico, o protagonismo popular.

Para a diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio, não há uma única conclusão do porquê da diferença de abordagem das forças de segurança. Mas é possível identificar claramente o resultado disso na sociedade.

“Supressão de direitos fundamentais, democracia aparente, tentativa de calar os setores progressistas e de conter a indignação do povo. Tudo isso se torna consequência de uma abordagem truculenta a um movimento legítimo, como foi o da categoria do magistério, em 2015. Paralelamente, quando não são tomadas atitudes de repressão necessárias para conter movimentos antidemocráticos, incentiva-se a destruição do Estado de direito, banaliza-se a barbaridade, caminha-se na direção inversa da democracia”, afirma Luciana Custódio.

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