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Geral

Divaldo Franco e o padre

  • José Matos
  • 28/05/2022
  • 09:00

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Foto: Divulgação

José Matos

Certa vez, fui a um padre me confessar. Contei-lhe sobre minhas visões dos “mortos”. Para ele, eram forças demoníacas tentando me afastar da Igreja. Veio-me uma mágoa de Deus e comecei a questionar: sou um bom católico, bom sacristão, adoro a Igreja. Se Deus não pode com o diabo, eu vou aguentar? O diabo vai me vencer. Como um garoto de 17 anos, do interior, ingênuo, pode vencer o diabo, se nem Deus consegue?

Entristeci e fiquei magoado com Deus. Falei-lhe: Vou me matar. Nossa Senhora do Carmo vai ter pena de mim e me tirar do inferno. Ele me olhou e respondeu: não faça isto; o demônio, às vezes, nos perturba para testar a nossa fé; quando não consegue, abandona.

Outro dia, ao confessar-me, vi aproximar-se um espírito. Tive outro conflito: como pode o diabo entrar na sacristia? “O diabo está vindo, e é mulher”, exclamei! “Você vê algum sinal particular no rosto dela?”, indagou-me o padre. Vejo uma verruga acima do lábio, o cabelo partido ao meio, um coque atrás, um xale negro xadrez”.

Fique tranquilo; é mamãe. Ela “incorporou” e conversou com ele. Quando despertei, ele me esclareceu: “Mamãe veio me alertar. A sua missão não é aqui, vá seguir a tarefa que Deus lhe confiou; o bem está em todo lugar. Fiquei mais tumultuado, mas continuava a frequentar a igreja e o Centro Espírita.

Tinha conflitos de fé, que aumentaram quando minha irmã cometeu suicídio. Mamãe foi encomendar missa a esse sacerdote e ouviu dele: “Dona Ana, não posso celebrar porque o suicida está no inferno e Deus não o tira de lá”.

Foi quando aprendi a primeira lição de lógica e de psiquiatria: “Padre, então eu renego o seu Deus. Se Ele não é capaz de perdoar não é digno de ser Deus. Sou lavadeira analfabeta, mas a filha que perdi, eu a perdoo; como é que Deus não a perdoa? Quem se mata não está no seu juízo”.

Aprendi muito com esse homem e mamãe, e quando eu lhe disse que não iria mais à igreja, ele respondeu: “Deus está em todo lugar. Faça o bem, porque a verdadeira religião é aliviar o sofrimento alheio”.

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