Descuido com crianças em escola de Águas Claras é antigo

bsbcapitalPor ,03/07/2015 às 9:00, Atualizado em 03/07/2015 às 9:00

Depois que 25 vídeos com cenas de agressividade foram divulgados, outras mães usaram as redes sociais para fazer mais denúncias   O caso de maus-tratos contra os alunos do colégio Ipê Educacional, em Águas Claras,  não seria recente. Depois que 25 vídeos com cenas de agressividade foram divulgados, outras mães usaram as redes sociais para …

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Depois que 25 vídeos com cenas de agressividade foram divulgados, outras mães usaram as redes sociais para fazer mais denúncias20150703015441
 

O caso de maus-tratos contra os alunos do colégio Ipê Educacional, em Águas Claras,  não seria recente. Depois que 25 vídeos com cenas de agressividade foram divulgados, outras mães usaram as redes sociais para fazer mais denúncias.

A servidora pública Mariana Boaventura de Oliveira, 40 anos, diz ter sido vítima do descaso da escola em 2011, quando a instituição teria deixado a sua filha, Júlia  Veiga Figueiredo, seis anos, fugir. “Foi há muito tempo, mas o trauma permanece. Na época, a Júlia tinha apenas dois anos”, lamenta.

Indignada com a situação do colégio e, ao mesmo tempo, aliviada por ter retirado a filha no mesmo ano em que se perdeu, Mariana conta que não há provas do ocorrido. “A diretora sumiu com as filmagens das câmeras. Ela não ligou para me contar sobre o sumiço da minha filha. Eu soube no dia seguinte quando fui deixá-la na aula”, afirma a mãe, ressaltando que a criança foi encontrada na rua por dois homens, que a deixaram no colégio.  “Até hoje eu não sei quem são essas pessoas”, completa. Mariana ressalta que, ao procurar explicações, a instituição afirmou que apenas “não sentiu falta da Júlia”.

Traumas

No Facebook, outra mãe relatou uma experiência  com a filha no colégio, em 2010. Kelly Resende utilizou o  perfil para desabafar sobre o caso. Ela conta que, ao perder o marido, resolveu colocar a filha, com menos de dois anos na época, na escola para distraí-la. No entanto, a decisão foi traumática.

“Comecei a estranhar algumas atitudes em minha filha. Ela chorava e vomitava”, conta. Kelly ressalta que a situação piorou: “Em casa, ela gritou: engole o choro! Eu achei isso estranho, pois não usávamos esses termos. Hoje, ela está com sete anos. Em suas orações, ela diz: papai do céu, perdoa a tia pelo o que ela fez comigo, ela me colocou de castigo e não me deixou comer meu lanchinho”.

Versão oficial

Na última quarta (1), o advogado do colégio Ipê, Marcelos Martins, afirmou que as “profissionais serão suspensas até que tudo seja apurado”. Segundo  ele, se houver culpa, elas podem ser demitidas por justa causa. O JBr. procurou o advogado, ontem, mas não conseguiu contato.

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