Delfim Netto é intimado a depor na Lava Jato

bsbcapitalPor ,10/06/2016 às 18:50, Atualizado em 09/07/2016 às 3:50

A Polícia Federal (PF) de Curitiba intimou o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto a prestar esclarecimentos referentes à Operação Lava Jato. A intimação determina que Delfim apresente documentos comprovando os serviços prestados por ele à Odebrecht e que justifiquem o pagamento de R$ 240 mil, entregues em espécie ao sobrinho do ex-ministro, Luiz Apollonio Neto. …

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Delfim Netto
Delfim tem de explicar recebimento de R$ 240 mil da Odebrecht. Foto: Reprodução/Facebook

A Polícia Federal (PF) de Curitiba intimou o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto a prestar esclarecimentos referentes à Operação Lava Jato. A intimação determina que Delfim apresente documentos comprovando os serviços prestados por ele à Odebrecht e que justifiquem o pagamento de R$ 240 mil, entregues em espécie ao sobrinho do ex-ministro, Luiz Apollonio Neto. A audiência ainda não tem data definida para acontecer.Delfim Netto é intimado a dar explicações à Lava Jato

A Polícia Federal (PF) de Curitiba intimou o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto a prestar esclarecimentos referentes à Operação Lava Jato. A intimação determina que Delfim apresente documentos comprovando os serviços prestados por ele à Odebrecht e que justifiquem o pagamento de R$ 240 mil, entregues em espécie ao sobrinho do ex-ministro, Luiz Apollonio Neto. A audiência ainda não tem data definida para acontecer.

Delfim havia sido citado na delação premiada do ex-executivo da Andrade Gutierrez Flávio Barra, homologada em abril pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No depoimento, Barra afirmou que a empreiteira teria pago propina de R$ 15 milhões a Delfim na fase final das negociações para construção da Usina de Belo Monte em 2010.

O dinheiro seria uma “gratificação” ao ex-ministro, que teria ajudado a montar consórcios que disputaram a licitação para a obra da hidrelétrica. Ainda segundo a delação, a propina teria sido paga por meio de contratos fictícios entre a Andrade Gutierrez e empresas de Apollonio Neto. A defesa do ex-ministro negou “de maneira veemente” qualquer irregularidade. Em nota à imprensa, os advogados Ricardo Tosto e Maurício Silva Leite afirmaram que ele “prestou consultoria na área econômica e recolheu todos os impostos em decorrência da prestação dos serviços”.

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