A cultura se firmou como um ativo estratégico vital para o desenvolvimento contemporâneo e foi o foco principal do debate na mesa intitulada “Dados, plataformas e o valor da cultura no século XXI”. Esse encontro aconteceu na manhã desta quinta-feira, 28 de maio, durante o Rio2C. Sob a mediação de Cláudia Leitão, secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura (MinC), a discussão contou com a participação de representantes da Firjan e da Fundação Itaú. O objetivo? Explorar como dados, plataformas digitais e inteligência informacional podem não apenas fortalecer os ecossistemas criativos, mas também aprimorar as políticas públicas e ampliar o reconhecimento econômico e simbólico da cultura.
Os desafios discutidos incluíram questões relacionadas à soberania de dados, à mensuração da economia criativa, à governança informacional e aos impactos que as plataformas digitais têm na mediação cultural. Cláudia Leitão, na abertura do debate, celebrou o momento atual da política cultural brasileira e ressaltou a criação da Política Nacional de Economia Criativa – Brasil Criativo, que será oficialmente lançada com a assinatura de um decreto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no sábado, dia 30 de maio, MinC Lança Rede Nacional para Impulsionar a Economia Cria… também no contexto do Rio2C.
Além disso, a secretária enfatizou o fortalecimento institucional da Secretaria de Economia Criativa do MinC e a criação do Observatório Celso Furtado, uma iniciativa que visa produzir dados e evidências sobre a economia criativa no Brasil. Para Cláudia, ter acesso a dados confiáveis é crucial para que possamos transformar informações em políticas públicas que realmente funcionem.
Júlia Zardo, gerente de Ambientes de Inovação da Firjan, também se pronunciou, sublinhando a importância de reconhecer a economia criativa como um vetor de desenvolvimento econômico. Ela destacou o papel histórico da Firjan no mapeamento da economia criativa brasileira. Desde 2008, a Firjan desenvolve um estudo que utiliza dados da Rai e do IBGE para avaliar o impacto econômico das atividades criativas no Brasil. Júlia trouxe à tona números impressionantes: atualmente, esse setor representa 3,6% do PIB brasileiro, movimentando cerca de R$ 393 bilhões e gerando empregos para mais de 1 milhão de trabalhadores.
Por fim, abordou a questão da soberania tecnológica, ressaltando a necessidade de uma infraestrutura digital nacional robusta para o armazenamento e a gestão de dados. Essa reflexão é fundamental na prática, pois a maneira como gerimos nossos dados pode determinar o futuro da cultura e da economia criativa em nosso país.
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A ministra da Cultura, Margareth Menezes, participou de um painel intitulado ‘Cultura como Valor Público: Reimaginando o Desenvolvimento no Século XXI’, realizado no Rio2C 2026. Durante sua participação, ela defendeu a cultura como eixo estratégico para o desenvolvimento econômico, social e humano do Brasil. A ministra destacou que a cultura deve ser vista não apenas por sua dimensão simbólica, mas também como um vetor de emancipação social, geração de renda e fortalecimento da economia brasileira. Ela apresentou dados de um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) que revelam que R$ 3 bilhões investidos via patrocínio cultural movimentaram R$ 25,7 bilhões na economia brasileira em 2024, gerando e mantendo 228 mil postos de trabalho e arrecadando R$ 3,8 bilhões em tributos. Monique Evelle, empreendedora e investidora, também participou do debate, enfatizando que o uso de novas tecnologias, como a inteligência artificial, deve considerar pertencimento, memória e representatividade cultural.
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A ministra da Cultura, Margareth Menezes, participou de um painel intitulado ‘Cultura como Valor Público: Reimaginando o Desenvolvimento no Século XXI’, realizado no Rio2C 2026. Durante sua participação, ela defendeu a cultura como eixo estratégico para o desenvolvimento econômico, social e humano do Brasil. A ministra destacou que a cultura deve ser vista não apenas por sua dimensão simbólica, mas também como um vetor de emancipação social, geração de renda e fortalecimento da economia brasileira. Ela apresentou dados de um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) que revelam que R$ 3 bilhões investidos via patrocínio cultural movimentaram R$ 25,7 bilhões na economia brasileira em 2024, gerando e mantendo 228 mil postos de trabalho e arrecadando R$ 3,8 bilhões em tributos. Monique Evelle, empreendedora e investidora, também participou do debate, enfatizando que o uso de novas tecnologias, como a inteligência artificial, deve considerar pertencimento, memória e representatividade cultural.
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Durante o painel, Margareth Menezes destacou que a cultura deve ser vista como um vetor de emancipação social, geração de renda e fortalecimento da economia brasileira. Ela apresentou dados de um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) que revelam que R$ 3 bilhões investidos via patrocínio cultural movimentaram R$ 25,7 bilhões na economia brasileira em 2024, gerando e mantendo 228 mil postos de trabalho e arrecadando R$ 3,8 bilhões em tributos. Monique Evelle, empreendedora e investidora, também participou do debate, enfatizando que o uso de novas tecnologias, como a inteligência artificial, deve considerar pertencimento, memória e representatividade cultural.