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Sem categoria

De repetente, 70, 80, 90,…120 anos

  • José Matos
  • 05/01/2015
  • 14:00

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Cento e vinte anos. Esta é a idade em que a medicina aposta que dentro de algum tempo o homem possa viver. Da média de 40 anos de Grécia e Roma antigas, já se chega com saúde até os cem anos, trabalhando e produzindo, como vimos recentemente com Oscar Niemeyer e Roberto Marinho.

A vida funciona por compensação. E, como muitos casais têm diminuído a quantidade de filhos e outros não os querem, é necessário que os que chegam possam viver mais, aproveitando as experiências que a vida proporciona para enriquecimento das almas, excedendo-se aqueles que, por necessidades cármicas, vivam apenas algum tempo – o necessário para reajuste de emoções, pacificação da mente e cura da alma doente que trouxeram, que só pode ser feita deixando a doença no corpo físico.

Sempre gostei de observar os mais vividos para não repetir seus erros de comportamento. Aaprendi que, quem permanece útil e aprendendo sempre, esbanja bom humor e alegria por onde passa.

Velhice não é doença. É uma fase da vida como outra qualquer, mas é uma lástima ver pessoas com tanta experiência, fechadas em seus lares, reclamando da vida e de todos, quando poderiam continuar semeando e colhendo.

Lembro do sambista Osvaldo Sargentelli que, após um infarto, afirmou: \”Deus não vai me levar agora porque sabe que preciso continuar cantando e contando as histórias do samba para os jovens\”.

Lembro de são Francisco de Assis. Perguntado sobre o que faria se soubesse que a morte lhe alcançaria daqui a pouco, respondeu: \”continuaria trabalhando do mesmo jeito\”.

Felizes os que semeiam o bem, mesmo no final da vida, mesmo na doença. \”A vida é um mistério para ser vivido\”, ensinou Osho.

Feliz 2015.

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