De olho na escravidão sexual infantil durante a Copa

BSB Capital 20/05/2014 às 17:00, Atualizado em 20/05/2014 às 17:00

Durante a Copa do Mundo, vários órgãos públicos estarão focados nas questões sociais, como trabalho infantil, tráfico de pessoas e exploração sexual. “A Copa é o maior evento do mundo. É um momento de investir em infraestrutura na cidade, mas também de chamar a atenção para assuntos importantes, como exploração sexual e o tráfico de …

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Durante a Copa do Mundo, vários órgãos públicos estarão focados nas questões sociais, como trabalho infantil, tráfico de pessoas e exploração sexual. “A Copa é o maior evento do mundo. É um momento de investir em infraestrutura na cidade, mas também de chamar a atenção para assuntos importantes, como exploração sexual e o tráfico de crianças e adolescentes”, adverte o governador Agnelo Queiroz.

A campanha Jogue a Favor da Vida – Denuncie o Tráfico de Pessoas, iniciativa da Rede Um Grito pela Vida, da CRB Nacional, lançada dia 14, em Brasília, visa sensibilizar e informar a sociedade civil, em especial os grupos mais vulneráveis, sobre o tráfico de pessoas e a exploração sexual, além de alertar sobre o risco de crescimento do crime e outras formas de violação dos direitos humanos durante megaeventos.

Brasília participa também da campanha internacional contra a exploração sexual infantil Não Desvie o Olhar, lançada no fim de março. Banners estão espalhados nas proximidades do Estádio Mané Garrincha, visando conscientizar as pessoas sobre a gravidade dos crimes e incentivar a denúncia.

A capital foi a primeira cidade-sede da Copa a criar o Comitê de Proteção dos Direitos da Criança e do Adolescente para os Grandes Eventos, composto por órgãos do governo e do Judiciário, além de entidades da sociedade civil e conselhos tutelares. O governo também está apoiando nove projetos da sociedade civil que visam promover ações alternativas para crianças e adolescentes, durante a Copa, nas áreas de cultura, esporte e lazer.

“Um megaevento como a Copa do Mundo traz vulnerabilidade a nossas crianças e adolescentes, pois o turismo, o poder econômico e o uso abusivo de álcool são fatores que afetam aquela parcela mais frágil, social e economicamente, da população”.adverte a deputada distrital Arlete Sampaio (PT/DF).

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