Cunha Defende Parlamentarismo e Critica Moro

bsbcapitalPor ,29/06/2015 às 7:38, Atualizado em 29/06/2015 às 7:38

Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB) descarta o impeachment como recurso eleitoral e diz que o parlamentarismo pode ser a solução para crises como a atual: “O Brasil não é uma republiqueta. A grande evolução que se deve ter é que temos que discutir o parlamentarismo no Brasil, e rápido. Um debate para …

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eduardo-cunha-lider-da-bancada-do-pmdb-na-camara-concedeu-entrevista-ao-uol-e-a-folha-em-15out2014-a-gravacao-ocorreu-no-estudio-do-grupo-folha-em-brasilia-1413401721696_615x470Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB) descarta o impeachment como recurso eleitoral e diz que o parlamentarismo pode ser a solução para crises como a atual: “O Brasil não é uma republiqueta. A grande evolução que se deve ter é que temos que discutir o parlamentarismo no Brasil, e rápido. Um debate para valer e votar”; quanto a operação Lava Jato, diz que o juiz Sérgio Moro não respeita o princípio constitucional da presunção da inocência
 

Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB) volta a defender o parlamentarismo como a solução para a crise atual.

Em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’, ele sugere que o sistema, que aumenta o poder do Legislativo na administração do país, comece a funcionar em 2019. “Agora seria um golpe branco”, afirmou Cunha. “O tema tem ganhado força. Tenho conversado com quase todos os agentes políticos.”

Quanto ao governo Dilma, prevê que a economia vai chegar ao fim do ano pior do que está hoje. “E quando ela chegar pior, a pressão política vai ser maior, e é aí que o governo precisa ter uma base mais sólida”, diz. Cunha descarta, no entanto, o impeachment como recurso eleitoral. “O Brasil não é uma republiqueta. A grande evolução que se deve ter é que temos que discutir o parlamentarismo no Brasil, e rápido. Um debate para valer e votar”, acrescenta.

Questionado sobre a Lava Jato, critica a condução da operação pelo juiz Sérgio Moro: “Joaquim Barbosa, sem abandonar o rigor com que ele conduziu o processo, não decretou nenhuma prisão preventiva no curso da investigação, só executou a sentença depois do trânsito em julgado. O que significa que ele respeitou o princípio constitucional da presunção da inocência, o que me parece que não está sendo respeitado hoje”

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