Cruzeiro confirma favoritismo e sagra-se tetracampeão da Superliga, em Brasília

bsbcapitalPor ,10/04/2016 às 12:14, Atualizado em 09/07/2016 às 3:45

  A cor azul, mais uma vez, dominou o Ginásio Nilson Nelson, em Brasília. Antes pela equipe do Rio de janeiro, campeã no último fim de semana da Superliga feminina, e, neste domingo (10/4), pelo Cruzeiro no masculino, que levou o quarto título da maior competição nacional de vôlei. Após uma disputa dura contra o …

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Foto: Correio Braziliense

 

A cor azul, mais uma vez, dominou o Ginásio Nilson Nelson, em Brasília. Antes pela equipe do Rio de janeiro, campeã no último fim de semana da Superliga feminina, e, neste domingo (10/4), pelo Cruzeiro no masculino, que levou o quarto título da maior competição nacional de vôlei. Após uma disputa dura contra o estreante em decisões Campinas, o clube mineiro ganhou a partida de virada por 3 sets a 1 (com parciais de 23/25, 25/23, 25/15 e 30/28).

O Campinas chegou no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, jogando todo o favoritismo da final da Superliga masculina 2015/2016 para o adversário. Afinal, encararia o Cruzeiro, que chegava à sexta decisão consecutiva. Sem pressão, o estreante entrou em quadra sem aparentar qualquer nervosismo. Levou o primeiro ponto do jogo, mas, após um começo acirrado, terminou o primeiro tempo técnico atrás: 8 x 7 para a equipe celeste. Nada que fugisse ao esperado. É que os paulistas deixaram para surpreender no fim do set. Empataram em 22 x 22 e viraram em seguida para fechar em 25 x 23.

A segunda parcial foi muito parecida com o primeira. Com uma diferença crucial: os papeis se inverteram. O Sada Cruzeiro saiu atrás no placar e, quando empatou em 6 x 6, a torcida cresceu. Aos gritos de “Vamos virar, Zêro!”, o clube que busca o quarto título, enfim, embalou. A partida seguia disputada ponto a ponto. A maior diferença foi de três pontos a favor dos mineiros, em 12 x 9. O ponto decisivo ficou, novamente, para o fim do set. Após o maior rali da partida, o Cruzeiro virou em 22 x 21. Com a moral lá no alto, a torcida pediu ace para empatar o jogo em 1 x 1 e Éder atendeu: com ponto de saque, cravou 25 x 23.

Embalado, o Cruzeiro voltou avassalador. O 25 x 15 calou os fãs do Campinas e, mais grave, silenciou também a equipe paulista em quadra. Após tomarem a virada na partida, os jogadores comandados pelo técnico Alexandre Stanzioni saíram cabisbaixos. No tempo antes do quarto set, o treinador conseguiu rearmar a equipe. Tomaram uma água, esfriaram a cabeça e os ânimos voltaram ao clima de final. O jogo também.

O duelo pelo título voltou a incendiar o Nilson Nelson no quarto set. Embalados pela disputa de qual lado das arquibancadas fazia mais barulho, os times se revezaram no placar. O Campinas se manteve na frente quase toda a parcial. A virada do time mineiro ocorreu com o cubano Leal, em 25 x 24. O confronto ainda se alongaria. O Cruzeiro precisou jogar até 30 x 28 para garantir o quarto título na Superliga.


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