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Cidades, colaboradores

Country Club quer construir 250 apartamentos e casas

  • Chico Sant'Anna
  • 05/07/2023
  • 07:00

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O Brasília Country Club (BCC), o clube mais antigo da cidade, criado em 1958, ao lado do Catetinho, parece ter sido hipnotizado pelo canto da especulação imobiliária. Detentora de uma área de 80 mil m², a atual direção pretende destinar 31,25% desse espaço para a construção do que está sendo apresentado aos sócios como “sênior house”.

Seriam 25 mil m² para abrigar uma quadra com 250 imóveis (42 casas e 208 apartamentos distribuídos por sete edifícios de dois andares cada). O público-alvo é uma clientela com idade superior aos 60 anos.

O local ainda preserva a mesma área verde dos fins dos anos 1950, por onde Juscelino Kubitschek caminhou, e a Casa Velha, com mais de 150 anos, sede da antiga Fazenda Gama, tombada como patrimônio histórico.

O total de moradias previsto no projeto é superior ao existente nos seis conjuntos da Quadra 28 do Park Way. Esses novos moradores não entrariam pela porta tradicional do clube. As casas e os prédios seriam na lateral do Country Club, às margens de uma estreita via que interliga a Epia-Sul e os conjuntos 3 e 4, da quadra 28.

A denominação “sênior house” não esclarece se se trata de residência para idosos ou uma casa geriátrica. Pela Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos), a área do clube não permite residências de qualquer natureza. O uso é para atividades institucionais.

Sócios serão consultados

Uma consulta está sendo feita junto aos sócios do clube, que são coproprietários. Até o dia 16 de julho eles terão que aprovar ou não a instalação das “residências para idosos”, conforme denominação constante no portal do clube.

Não está claro se os imóveis serão vendidos, alugados ou explorados por terceiros. Também não há qualquer menção de quais serviços de atenção à saúde aos moradores serão ofertados, nem mesmo que clínica geriátrica será a responsável.

Na mensagem, o clube afirma que “o BCC dispõe de área superior a 80 mil m² que pode ser utilizada, com suporte legal indiscutível (Luos), para construções como aquelas destinadas à população idosa”.

Consultada por esta coluna, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitacional (Seduh) nega a possibilidade da edificação de residenciais no lote do Country.

Entretanto, clínicas e residências geriátricas seriam permitidas, desde que atendidas as normas sanitárias, tais como instalações técnicas necessárias ao apoio aos pacientes, como enfermaria, bem como a empresa habilitada pela saúde pública para geri-la. Até o momento, nenhum projeto foi submetido à análise da secretaria.

Não há uma afirmação categórica, mas a enquete deixa a entender que o adquirente do imóvel terá que se associar ao clube. A expectativa é ganhar 500 novos sócios.

Em uma mensagem confusa, o BCC ora afirma que a empresa que vier a construir os imóveis deverá assumir a gestão do projeto, ora faz menção à existência de “algumas empresas no País que se especializaram em investir e gerenciar projetos para atendimento de parte dessa clientela (de elevado poder aquisitivo)”.

Moradores reagem

Procurado pela Amac-Park Way, associação que congrega moradores de quadras circunvizinhas ao clube, o presidente do BCC, José Adenauer Lima, negou existir um projeto de construção de moradias, a despeito de plantas arquitetônicas estarem sendo afixadas nas áreas do BCC e de no portal ser informada a intenção de construir 250 “residências especiais para idosos”, com duas suítes e área média de 70 m².

Segundo Adenauer, se os sócios aprovarem, “poderemos tocar um centro de convivência de idoso”. Mas a iniciativa do clube preocupa sócios e vizinhos. Membro do Conselho Deliberativo, Isnaldo de Faria, acredita que “o projeto descaracterizará o que o Country tem de melhor: muito verde”.

Pela natureza que abriga, o BCC é uma das portas de reinserção de animais silvestres à natureza. O Ibama reintroduziu, recentemente, 1.500 aves de diferentes portes e espécies, além de 30 mamíferos. Isnaldo ainda cita o risco do adensamento populacional afetar as fontes de água, já que o clube abriga várias nascentes. E o Park Way não dispõe de coleta e tratamento de esgoto.

Acompanhe a matéria completa acesando o link

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Um olhar diferenciado de Brasília por quem defende o prazer de morar na cidade e o orgulho de ser brasiliense, por opção ou nascimento.

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