Copa atrai 18 mil jornalistas de todo o mundo

BSB Capital 31/05/2014 às 19:39, Atualizado em 31/05/2014 às 19:39

A Fifa e o Ministério dos Esportes confirmam que mais de 18 mil jornalistas  de todo o mundo estão credenciados para a cobertura da  Copa do Mundo no Brasil. Preocupado com o aumento da violência nas manifestações contra o evento em todo o País, o Sindicato dos Jornalistas de Brasília vem se reunindo com várias Secretarias do …

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A Fifa e o Ministério dos Esportes confirmam que mais de 18 mil jornalistas  de todo o mundo estão credenciados para a cobertura da  Copa do Mundo no Brasil. Preocupado com o aumento da violência nas manifestações contra o evento em todo o País, o Sindicato dos Jornalistas de Brasília vem se reunindo com várias Secretarias do GDF envolvidas na organização do Mundial para debater medidas de segurança  para os profissionais de imprensa.

A violência contra os profissionais da comunicação no exercício de suas atividades é um crime contra a democracia, por se tratar de um ataque à liberdade de expressão. Uma parceria do SJPDF com a Secretaria Especial da Copa (Secopa) vai criar um centro de atendimento à imprensa não credenciada pela Fifa. Uma estrutura será construída no Centro de Convenções Ulysses Guimarães e funcionará 24 horas nos dias de jogos em Brasília.

Os jornalistas terão à disposição com wi-fi gratuito, TVs para acompanhar os jogos, uma redação para repórteres e fotógrafos e auditório para entrevistas coletivas. Diretores do SJPDF darão plantão junto com a comissão de direitos humanos da OAB para atuar imediatamente em caso de algum tipo de violência contra jornalistas.

O coordenador do Sindicato dos Jornalistas do DF, Wanderlei Pozzembom, reclamou da falta de equipamentos de segurança em todas as empresas e entende que os profissionais não devem cobrir manifestações sem os equipamentos de proteção.

A Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), por exemplo, corre o risco de não participar da cobertura da Copa por falta de equipamentos para os trabalhadores. “O jornalista deve se enxergar como integrante de uma categoria trabalhista e não como herói”, diz Pozzembom.

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