A morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos, nesta sexta-feira (17), provocou forte comoção no esporte brasileiro. Clubes, entidades e autoridades divulgaram notas oficiais destacando a dimensão histórica do ex-jogador, considerado um dos maiores nomes do basquete mundial.
Em nota, o Flamengo lamentou a perda de “um dos maiores ídolos da história do nosso basquete e do esporte mundial”, ressaltando que o “eterno Mão Santa honrou o Manto Sagrado com sua genialidade, paixão e arremessos inesquecíveis”. O clube ainda destacou que o legado de Oscar “transcende as quadras e inspirará gerações eternamente”.
Já o Palmeiras relembrou o início da trajetória do atleta, afirmando que foi no clube que Oscar deu seus primeiros passos como profissional. “Foi no Palmeiras que o ala de talento incomum iniciou uma caminhada marcada por vitórias, conquistas e recordes”, destacou a nota, que também recorda o título brasileiro de 1977 e a rápida ascensão do jogador.
O Comitê Olímpico do Brasil enfatizou o papel do ex-atleta como símbolo do movimento olímpico nacional. Em nota, a entidade afirmou que “o esporte brasileiro se despede de um grande nome”, destacando que Oscar representou “dedicação, superação e respeito ao adversário”. O presidente do COB, Marco Antonio La Porta, afirmou que “sua história jamais será esquecida” e que o legado do jogador “permanece vivo nas quadras e corações que tocou”.
Ex-companheiro de seleção, Marcelo Vido também ressaltou a grandeza do ídolo: “O basquete brasileiro e mundial perde uma de suas maiores estrelas. Mais do que um atleta excepcional, Oscar foi um amigo e um ser humano admirável”.
O Ministério do Esporte destacou os números expressivos da carreira e o impacto internacional do atleta. Em nota, o órgão afirmou que Oscar “conseguiu dar ao basquete brasileiro uma visibilidade única” e que sua trajetória “encheu de orgulho todos os brasileiros”. O ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, declarou solidariedade à família e ressaltou que o atleta “jamais será esquecido”.