Comissão de Ética cobra explicações sobre blindagem na AGU

bsbcapitalPor ,26/02/2013 às 8:08, Atualizado em 26/02/2013 às 8:08

Ministro da Advocacia-Geral da União tem dez dias para explicar os motivos do arquivamento de uma sindicância sobre indícios de irregularidades no órgão Laryssa Borges, de Brasília O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams: suspeitas de irregularidades arquivadas (Dedoc) A Comissão de Ética Pública da Presidência da República cobrou explicações formais nesta segunda-feira ao chefe da Advocacia-Geral …

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Ministro da Advocacia-Geral da União tem dez dias para explicar os motivos do arquivamento de uma sindicância sobre indícios de irregularidades no órgão

Laryssa Borges, de Brasília
O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, será indicado por Lula para o STF

O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams: suspeitas de irregularidades arquivadas (Dedoc)
A Comissão de Ética Pública da Presidência da República cobrou explicações formais nesta segunda-feira ao chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Luís Inácio Adams, e ao corregedor do órgão, Ademar Passos Veiga, sobre suspeitas de blindagem interna após o estouro da Operação Porto Seguro da Polícia Federal. Adams e o corregedor da AGU terão prazo de dez dias para prestar as informações.
Depois da descoberta do envolvimento de servidores da AGU no esquema de fraudes, uma sindicância interna do órgão que listava “evidentes indícios” de irregularidades na conduta de Adams foi arquivada, conforme reportagem do jornal Folha de S.Paulo.
A operação da PF desmontou uma quadrilha especializada em negociar pareceres técnicos de órgãos federais para beneficiar empresários. Um dos suspeitos de integrar o esquema criminoso é o número dois da AGU, José Weber Holanda, braço-direito de Adams.
Fonte: Veja Online
Extratos dos Jornais

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