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Bancários, colaboradores

Clima de assédio e falta de ética no BB

  • Redação
  • 30/10/2025
  • 14:00

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Foto: IA

SEEB

O Sindicato dos Bancários de Brasília recebeu uma denúncia anônima de um bancário (ou bancária) do Banco do Brasil que expõe o clima de trabalho e a percepção de muitos funcionários em relação à atual gestão da instituição.

O relato, reproduzido na íntegra abaixo, descreve situações de assédio, perseguição, desrespeito a acordos coletivos e práticas antiéticas, especialmente em áreas estratégicas, como a Diretoria de Tecnologia (Ditec).

Na esteira da divulgação do relato e com o objetivo de compreender mais profundamente a percepção dos trabalhadores e das trabalhadoras sobre o ambiente de trabalho e a atual gestão, incluindo presidência e diretorias, o Sindicato está realizando uma nova pesquisa sobre o clima organizacional no BB.

A pesquisa é anônima e confidencial, e as respostas orientarão futuras ações políticas, jurídicas e sindicais em defesa dos funcionários. 

Clique aqui para participar da pesquisa

Leia a íntegra da denúncia recebida pelo Sindicato:

“Banco do Brasil: fábrica de assédio e falta de ética

“Para mim, o Banco do Brasil não é apenas um conjunto de agências, prédios, normas ou leis. O Banco é formado por todas as pessoas físicas e jurídicas que se relacionam com a instituição: funcionários, Conselho Administrativo, clientes, investidores, fornecedores, prestadores de serviço e tantos outros. Então, quando eu me referir ao “Banco do Brasil”, pensem em um ou mais desses atores.

“Afirmo com convicção: o BB não é uma empresa ética. Os interesses desses atores — individuais ou coletivos — raramente convergem. Cada um age conforme sua conveniência, ignorando o que é certo ou errado, legal ou ilegal.

“Alguns dizem: “Tudo que tenho devo ao Banco”. Engano. O Banco não dá nada de graça. Existe um contrato de trabalho. O que você tem é fruto do seu esforço, dos seus estudos, da aprovação em concurso. E todo contrato tem cláusulas que devem ser respeitadas por ambas as partes.

“Se o funcionário comete uma infração, o Banco pode puni-lo: advertência, descomissionamento, até demissão. Mas quando o funcionário acredita que o Banco está descumprindo o contrato e recorre à Justiça, vira alvo de perseguição. Sua carreira pode ser congelada, ele pode ser descomissionado sem justificativa.

“O BB é um mau perdedor. Não respeita as leis trabalhistas — apenas as contorna, buscando brechas. Calcula riscos apostando na lentidão da Justiça e no medo dos funcionários, que sofrem assédio diariamente.

“É o principal responsável pelos problemas de saúde física e mental dos seus colaboradores — e até pela crise financeira da CASSI. Durante os governos de Fernando Henrique Cardoso, houve redução de pessoal e congelamento de salários. Foram oito anos sem reajuste, com programas de demissão e não reposição.

“Quando o Banco reduziu ilegalmente os salários ao implementar a jornada de 6 horas nas diretorias, causou impacto direto na CASSI. Rasgou acordos coletivos ao cortar salários de quem ganhava “acima do mercado”, criando o famigerado “Perfoma” — apelidado de “Deforma”. Se o Banco pode ignorar cláusulas quando quiser, para que servem os acordos coletivos?

“Em todas essas situações, menos dinheiro entrou na CASSI. E nas reformas do estatuto, quem pagou a conta foram os funcionários: aumento da contribuição, cobrança sobre dependentes, coparticipação em procedimentos. O Banco fez aportes? Sim, mas sempre exigindo contrapartidas. Cria o problema e ainda se apresenta como “salvador da pátria”.

“Na Diretoria de Tecnologia (Ditec), o assédio é institucionalizado. Ao tentar uma promoção, o funcionário ouve: “Você tem processo contra o Banco? Pensa em processar? Então, nem adianta tentar.” Essa prática é comum entre gerentes de todos os níveis. Quando alguém vira gerente, já sabe: não se promove quem tem processo.

“Todos os gerentes da Ditec são assediadores — por medo, conivência ou afinidade. Quanto mais se sobe, mais se perde a alma, o caráter, a dignidade. E não é só na Ditec. Isso está virando regra.

“A presidente Tarciana Medeiros dizia querer acabar com o assédio no Banco. Mas quem vai denunciar sabendo que há uma política institucional de perseguição, com aval da Vice-Presidência de Gestão de Pessoas?

“Basta pesquisar o número de descomissionamentos sem processo administrativo para ver que o Banco ignora até suas próprias normas internas — quanto mais a legislação trabalhista.

“No plano PREVI I, a aposentadoria é calculada com base nas últimas 30 contribuições. Se o funcionário consegue uma promoção ou adicional noturno pouco antes de se aposentar, melhora significativamente sua renda futura. Mas como conseguir essas “promoções mágicas”? Estão disponíveis em todas as áreas? Não. É preciso ser bem relacionado, amigo de alguém. Legal? Sim. Ético? Nem tanto.

“Relatei aqui comportamentos de gerentes, diretores, vice-presidentes e até da presidência. Se alguém disser que não sabe, é incompetente. Se sabe, é conivente — ou pior.

“E os funcionários sem cargo gerencial? Também são responsáveis. Quando um colega precisa de testemunha em processos de assédio, desvio de função ou horas extras, poucos se dispõem. O medo fala mais alto. Mas saiba: ao se omitir, você está tomando partido do Banco.

“Todos deveriam agir pelo simples fato de ser o certo. Se a Vice-Presidência de Gestão de Pessoas fosse séria, investigaria os descomissionamentos sem processo e corrigiria os abusos. Temos a Ouvidoria, mas, para isso, as denúncias precisam chegar até lá. E para isso, precisamos apoiar nossos colegas.

“Muitos não denunciam porque sabem que não terão testemunhas. Não sabem como provar. Mas você pode ajudar. Não seja parte do problema. Comece a ser parte da solução. Se souber de alguém que está sendo perseguido ou assediado: DENUNCIE.”

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