A inclusão produtiva se destaca como prioridade do Sebrae para o desenvolvimento socioeconômico no Brasil. Esta iniciativa combina geração de renda, capacitação e acesso a políticas públicas, atuando na redução das desigualdades sociais e no fortalecimento da cidadania. Projetos voltados para empreendedores em vulnerabilidade, como catadores de materiais recicláveis e inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), são fundamentais e demonstram impacto real nas comunidades.
Um exemplo notável é o projeto Pro-Catadores, que visa promover a inclusão socioeconômica de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis. Em 2025, o programa capacitou 421 organizações, beneficiando 2.200 catadores em 263 municípios. Para 2026, está previsto um investimento de R$ 20,2 milhões, com o objetivo de capacitar mais 290 organizações, reafirmando o compromisso com a valorização desse segmento essencial.
Além dos números, esses dados evidenciam uma transformação social significativa. Ao qualificar essas organizações, o programa não apenas aumenta a renda, mas também melhora as condições de trabalho e fortalece cadeias produtivas sustentáveis, alinhadas à economia circular e à preservação ambiental. Os resultados já são visíveis: em 2025, a participação de cooperativas e associações no programa Pró-Catadores proporcionou um faturamento médio 21% superior para esses trabalhadores.
Outro aspecto crucial da inclusão produtiva é o suporte aos empreendedores de baixa renda, especialmente aqueles do CadÚnico. Com capacitação e consultoria técnica, 34% dos microempreendedores individuais (MEI) desse grupo já foram alcançados, ampliando suas chances de sucesso.
Essa estratégia incentiva a formalização dos negócios e fortalece a autonomia econômica e a capacidade de gestão desses pequenos empreendimentos. Iniciativas voltadas para a Classe C buscam reforçar a identidade empreendedora, promovendo reconhecimento social e inserção no mercado, como o Cartão do Empreendedor.
O projeto piloto será lançado no Rio de Janeiro, atendendo 3.000 empreendedores, com foco em ampliar a cidadania econômica e valorizar os negócios locais. Ao esclarecer os benefícios da formalização e o acesso a políticas públicas, essas ações ajudam a criar um ambiente mais inclusivo e dinâmico.
A articulação institucional é fundamental nesse processo. O programa Educar e Cooperar, fruto de uma parceria entre o <a href="https://bsbcapital.com.br/noticias/premio-sebrae-de-jornalismo-abre-inscricoes-no-dia-do-jornalista" class="keyword-link" data-keyword="sebrae">Sebrae</a>, o Ministério do Trabalho e Emprego, a Fundação Banco do Brasil e a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), representa um avanço significativo na consolidação da economia popular e solidária.
Com foco na inclusão produtiva, geração de renda e trabalho, o programa se estrutura em quatro eixos: