Avaliação do governo Dilma Rousseff cai 28 pontos e fica em 12%, diz Ibope

bsbcapitalPor ,01/04/2015 às 14:06, Atualizado em 01/04/2015 às 14:06

Somente 12% da população avalia o governo da presidente Dilma Rousseff como bom ou ótimo, segundo pesquisa CNI/Ibope, divulgada nesta quarta-feira (01/04). O índice é 28 pontos inferior ao do último levantamento, feito em dezembro do ano passado, quando 40% da população disse achar o governo bom ou ótimo. No mesmo período, o índice de …

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Presidente Dilma Rousseff

Somente 12% da população avalia o governo da presidente Dilma Rousseff como bom ou ótimo, segundo pesquisa CNI/Ibope, divulgada nesta quarta-feira (01/04). O índice é 28 pontos inferior ao do último levantamento, feito em dezembro do ano passado, quando 40% da população disse achar o governo bom ou ótimo. No mesmo período, o índice de pessoas que avaliaram como ruim ou péssimo pulou de 27% para 64%. É a pior avaliação de um governo registrada pelo estudo desde o primeiro mandato do governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, em 1995, quando 41% achava o governo bom ou ótimo.

A aprovação da presidente é pior entre os mais jovens. Dos entrevistados entre 25 e 34 anos, somente 8% avaliam o governo como ótimo ou bom. E, para 76% da população em geral, o segundo mandato está sendo pior que o primeiro. O índice é ainda maior na região Sul, onde 85% da população afirmou que o governo piorou.

A avaliação positiva da maneira de governar da presidente Dillma Rousseff caiu 33 pontos percentuais e chegou a 19%. O último levantamento havia sido feito em dezembro do ano passado, quando ela registrou 52% de aprovação. Somente 24% dos entrevistados declarou confiar na presidente.

A queda é registrada, inclusive, entre os eleitores do PT nas últimas eleições. Dos que elegeram a presidente, caiu de 63% para 22% o índice dos que avaliam o governo como ótimo ou bom. Já entre os que votaram em Aécio, o índice caiu de 12% para 2%.

“O que explica essa queda forte são os eleitores da Dilma que no quadro atual, de inflação, medidas de ajuste, desemprego aumentando, geraram essa insatisfação. Por isso, percebemos que as questões econômicas passaram a ser as mais criticadas do governo”, avalio o gerente executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca.

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