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Geral

Autoperdão

  • José Matos
  • 10/12/2022
  • 08:00

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Foto: Reprodução Freepik

José Matos. Foto: Divulgação

José Matos

Por que é tão difícil perdoar-se? Porque as pessoas não se conhecem, se dão um valor que não têm, se imaginam com um poder que também não têm, fazem imagens bonitas de si e pensam que são as imagens.

Você não é a imagem. Você é apenas um aluno das primeiras séries da Escola-Terra. Você podia ter cometido os erros que cometeu. Quem não podia é a imagem que você faz de si. Você sofre e não se perdoa porque pensa consigo mesmo: Eu não podia ter feito aquilo.

Podia. Tanto que fez. Mas há erros que são necessários. Os místicos do passado os denominaram de “pecados necessários”. E completaram: os “pecados necessários” geram a “culpa feliz”. Por quê? Porque levam à humildade, ao autoconhecimento e ao crescimento.

Aprenda: não temos controle sobre tudo, e somos mais movidos por razões inconscientes do que conscientes. A busca da realização de um ideal nada mais é que a lembrança do propósito que carregamos no superconsciente.

“Existem mecanismos em nosso inconsciente que nos impulsionam uns para os outros”, para os acontecimentos e para a evolução, ensinou o psicanalista Dr. Inácio Ferreira.

Neste sentido, o doce é tão importante quanto o amargo, o prazer quanto a dor, a alegria quanto a tristeza e a vitória, quanto o fracasso. Na economia da vida nada se perde.

Nos erros e chatices da vida, desabafe com alguém “pra cima”, equilibrado, de confiança. E encerre. Não fique lembrando, remoendo para poder libertar-se. 

É o orgulho de achar ser o que não é, e a presunção do poder que não tem, que fazem você não aceitar e não se perdoar por erros cometidos –  reais ou imaginários.

Tudo são lições. A vida é prazer e dor, luz e trevas, alegria e tristeza, vitória e derrota. Enquanto você pensar só no lado doce e agradável da vida, sofrerá!

O poeta Francisco Otavianoensinou: “A quem passou pela vida em branca nuvem/E em plácido repouso adormeceu/Quem não sentiu o frio da desgraça/Quem passou pela vida e não sofreu/Foi espectro de homem – não foi homem/Só passou pela vida – não viveu.

Assim como a ignorância leva ao erro, a sabedoria nos leva ao pensar correto e à ação correta, como ensinou Buda.

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