Ativistas defendem exclusão de tolerância do bafômetro

bsbcapitalPor ,30/01/2013 às 9:01, Atualizado em 30/01/2013 às 9:01

As novas mudanças para fiscalização da lei seca não agradaram aos ativistas que defendem tolerância zero para álcool na condução de veículos. Isso porque a regulamentação divulgada na terça-feira pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) ainda mantém limite de tolerância – embora especialistas e o governo afirmem que o limite sirva apenas para corrigir a …

Ativistas defendem exclusão de tolerância do bafômetro Leia mais »

As novas mudanças para fiscalização da lei seca não agradaram aos ativistas que defendem tolerância zero para álcool na condução de veículos. Isso porque a regulamentação divulgada na terça-feira pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) ainda mantém limite de tolerância – embora especialistas e o governo afirmem que o limite sirva apenas para corrigir a margem de erro dos bafômetros.
“Enquanto houver um número, será preciso que o motorista seja submetido a um exame que chegue a esse número. Se o motorista se recusar, poderá seguir impune”, afirmou o líder da ONG Não Foi Acidente, Rafael Baltresca. Depois de perder a mãe e a irmã atropeladas em 2011 por um motorista embriagado na frente do Shopping Villa-Lobos, no Alto de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, ele luta para que o Congresso Nacional aprove uma nova lei seca – seu projeto de lei já tem cerca de 800 mil assinaturas.
No caso de o motorista se recusar a fazer o bafômetro ou o exame de sangue – uma garantia constitucional que todo brasileiro tem de não produzir provas contra si -, a nova resolução, em acordo com a lei aprovada no fim do ano, permite que testemunhos de pessoas e gravações de vídeo sejam aceitos como prova de que o motorista estava bêbado.

Deixe um comentário

Rolar para cima