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Cultura, Gênero e Representatividade, Política, Pontos de cultura, Sustentabilidade Cultural

Atividades Autogestionadas Inauguram a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura

  • Iara Artissa
  • 19/05/2026
  • 21:20

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Reprodução Redes Sociais

Reprodução Redes Sociais

As atividades autogestionadas deram início, nesta terça-feira (19), à 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, que está acontecendo em Aracruz, Espírito Santo. Durante a programação, delegações de diversas regiões do Brasil se reuniram para compartilhar experiências, alinhar propostas e fortalecer pautas que surgiram diretamente dos seus territórios.

Esses encontros colocaram em evidência uma das marcas da Política Nacional de Cultura Viva: o papel central da sociedade civil na formulação das políticas públicas voltadas para a cultura. Organizadas de maneira autônoma pelas próprias redes, as atividades contaram com a presença de representantes de Pontos de Cultura, coletivos, gestores públicos, movimentos culturais, juventudes, mulheres, povos indígenas, grupos urbanos e todos aqueles que fazem a cultura acontecer, ocupando salas, pavilhões e áreas verdes do Sesc Praia Formosa.

Um dos destaques do dia inaugural foi a delegação da Bahia, que chegou à Teia com uma agenda construída a partir de processos territoriais e temáticos desenvolvidos no estado. Juliana Vitorino, coordenadora de Pontos de Cultura da Secretaria de Cultura da Bahia, enfatizou que os 30 integrantes da delegação baiana estavam mobilizados em torno de propostas para fortalecer a Cultura Viva nos anos vindouros. “Estamos vivendo um momento de retomada das políticas culturais da Cultura Viva, mas é fundamental pensar no futuro, especialmente na sustentabilidade dos Pontos de Cultura”, disse Juliana.

Outro grupo que se destacou foi o da Frente Nacional de Mulheres do Hip-Hop, que se reuniu nos espaços autogestionados para discutir questões de gênero, o combate à violência contra as mulheres e a representatividade dentro do movimento. Yala Souza, de Sergipe, comentou que a Teia representa uma chance valiosa de reencontro entre mulheres de diferentes estados e regiões. “Estamos aqui como representantes da Frente Nacional de Mulheres do Hip-Hop, que luta há anos contra a violência de gênero dentro do movimento, buscando também mais representatividade”, afirmou Yala.

Além disso, a delegação do Distrito Federal também esteve presente, participando das atividades autogestionadas com um olhar voltado para a articulação entre pautas locais e nacionais. Os representantes da rede Cultura Viva do DF ressaltaram a importância de alinhar as propostas que surgem em seu território com os debates que estão sendo realizados na Teia. “É essencial que consigamos discutir nossas questões locais, ao mesmo tempo em que conhecemos outras realidades do Brasil e estabelecemos novas articulações”, destacou Josânia Castro, do Espaço Cultural Cia Cidade dos Bonecos.

*Atualizado há menos de 1 hora*

Na manhã desta terça-feira (19), Aracruz, no Espírito Santo, também foi palco do 3º Encontro Nacional dos Pontos de Cultura: redes de base comunitária pela Cidadania Climática e do 1º Encontro Nacional de Agentes Jovens Cultura Viva, integrando a programação da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura. Com mediação de Damiana Campos, consultora Unesco para Cultura Viva, o 3º Encontro Nacional dos Pontões de Cultura foi apresentado como um espaço de articulação, escuta e formulação de diretrizes para os próximos anos da PNCV, com foco na cidadania climática, na democracia cultural e no fortalecimento da atuação em rede. No período da tarde, os Agentes Jovens Cultura Viva participaram de uma roda de apresentação e troca de experiências sobre suas trajetórias nos territórios, mediada por Luís Augusto Rodrigues, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), e pela professora Débora Rebello Lima, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A roda reuniu jovens de diferentes regiões em debates sobre vivências locais, acessibilidade, participação social e construção de políticas públicas a partir dos territórios.

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Na manhã desta terça-feira (19), Aracruz, no Espírito Santo, também foi palco do 3º Encontro Nacional dos Pontos de Cultura: redes de base comunitária pela Cidadania Climática e do 1º Encontro Nacional de Agentes Jovens Cultura Viva, integrando a programação da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura. Com mediação de Damiana Campos, consultora Unesco para Cultura Viva, o 3º Encontro Nacional dos Pontões de Cultura foi apresentado como um espaço de articulação, escuta e formulação de diretrizes para os próximos anos da PNCV, com foco na cidadania climática, na democracia cultural e no fortalecimento da atuação em rede. No período da tarde, os Agentes Jovens Cultura Viva participaram de uma roda de apresentação e troca de experiências sobre suas trajetórias nos territórios, mediada por Luís Augusto Rodrigues, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), e pela professora Débora Rebello Lima, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A roda reuniu jovens de diferentes regiões em torno de debates sobre vivências locais, acessibilidade, participação social e construção de políticas públicas a partir dos territórios.

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Na manhã desta terça-feira (19), Aracruz, no Espírito Santo, também foi palco do 3º Encontro Nacional dos Pontos de Cultura: redes de base comunitária pela Cidadania Climática e do 1º Encontro Nacional de Agentes Jovens Cultura Viva, integrando a programação da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura. Com mediação de Damiana Campos, consultora Unesco para Cultura Viva, o 3º Encontro Nacional dos Pontões de Cultura foi apresentado como um espaço de articulação, escuta e formulação de diretrizes para os próximos anos da PNCV, com foco na cidadania climática, na democracia cultural e no fortalecimento da atuação em rede. No período da tarde, os Agentes Jovens Cultura Viva participaram de uma roda de apresentação e troca de experiências sobre suas trajetórias nos territórios, mediada por Luís Augusto Rodrigues, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), e pela professora Débora Rebello Lima, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A roda reuniu jovens de diferentes regiões em torno de debates sobre vivências locais, acessibilidade, participação social e construção de políticas públicas a partir dos territórios. Entre os relatos, destacou-se a fala de Henrique Miranda, Agente Jovem Cultura Viva de São Paulo, jovem surdo ligado ao Projeto Meninos e Meninas de Rua, de São Bernardo do Campo. Em sua participação, ele falou sobre a importância da acessibilidade para garantir a presença de pessoas surdas em espaços culturais e fortalecer a integração de diferentes comunidades nas redes da Cultura Viva.

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Na manhã desta terça-feira (19), Aracruz, no Espírito Santo, também foi palco do 3º Encontro Nacional dos Pontos de Cultura: redes de base comunitária pela Cidadania Climática e do 1º Encontro Nacional de Agentes Jovens Cultura Viva. Com mediação de Damiana Campos, consultora Unesco para Cultura Viva, o 3º Encontro Nacional dos Pontões de Cultura foi apresentado como um espaço de articulação, escuta e formulação de diretrizes para os próximos anos da PNCV, com foco na cidadania climática, na democracia cultural e no fortalecimento da atuação em rede. Iara da Costa Zannon destacou o reconhecimento do trabalho dos agentes e Pontões, enquanto Walter Cedro ressaltou a importância dessas redes para a chegada da política pública aos territórios. Márcia Rollemberg reforçou a Cultura Viva como uma política inclusiva e estratégica, que busca o direito de cada um e valoriza o ativo cultural como luz para o novo mundo. No período da tarde, os Agentes Jovens Cultura Viva participaram de uma roda de apresentação e troca de experiências sobre suas trajetórias nos territórios, mediada por Luís Augusto Rodrigues e Débora Rebello Lima. Entre os relatos, destacou-se a fala de Henrique Miranda, jovem surdo de São Paulo, que enfatizou a importância da acessibilidade em espaços culturais.

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Na manhã desta terça-feira (19), Aracruz, no Espírito Santo, também foi palco do 3º Encontro Nacional dos Pontos de Cultura: redes de base comunitária pela Cidadania Climática e do 1º Encontro Nacional de Agentes Jovens Cultura Viva, integrando a programação da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura. Com mediação de Damiana Campos, consultora Unesco para Cultura Viva, o 3º Encontro Nacional dos Pontões de Cultura foi apresentado como um espaço de articulação, escuta e formulação de diretrizes para os próximos anos da PNCV, com foco na cidadania climática, na democracia cultural e no fortalecimento da atuação em rede. No período da tarde, os Agentes Jovens Cultura Viva participaram de uma roda de apresentação e troca de experiências sobre suas trajetórias nos territórios, mediada por Luís Augusto Rodrigues, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), e pela professora Débora Rebello Lima, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A roda reuniu jovens de diferentes regiões em torno de debates sobre vivências locais, acessibilidade, participação social e construção de políticas públicas a partir dos territórios.

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Na manhã desta terça-feira (19), Aracruz, no Espírito Santo, também foi palco do 3º Encontro Nacional dos Pontos de Cultura: redes de base comunitária pela Cidadania Climática e do 1º Encontro Nacional de Agentes Jovens Cultura Viva, integrando a programação da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura. Com mediação de Damiana Campos, consultora Unesco para Cultura Viva, o 3º Encontro Nacional dos Pontões de Cultura foi apresentado como um espaço de articulação, escuta e formulação de diretrizes para os próximos anos da PNCV, com foco na cidadania climática, na democracia cultural e no fortalecimento da atuação em rede. No período da tarde, os Agentes Jovens Cultura Viva participaram de uma roda de apresentação e troca de experiências sobre suas trajetórias nos territórios, mediada por Luís Augusto Rodrigues, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), e pela professora Débora Rebello Lima, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A roda reuniu jovens de diferentes regiões em torno de debates sobre vivências locais, acessibilidade, participação social e construção de políticas públicas a partir dos territórios. Entre os relatos, destacou-se a fala de Henrique Miranda, Agente Jovem Cultura Viva de São Paulo, jovem surdo ligado ao Projeto Meninos e Meninas de Rua, de São Bernardo do Campo. Em sua participação, ele falou sobre a importância da acessibilidade para garantir a presença de pessoas surdas em espaços culturais e fortalecer a integração de diferentes comunidades nas redes da Cultura Viva.

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