Assédio moral no Consulado do Brasil na Austrália

bsbcapitalPor ,27/02/2013 às 14:30, Atualizado em 27/02/2013 às 14:30

“Velha escrota”, “veadagem”, “negão”, “chinês filho da puta”, “australiano racista”. Os impropérios não fazem parte do vocabulário de nenhum novo grupo neonazista, mas são a rotina dos funcionários do Consulado-Geral do Brasil em Sydney há pelo menos dois anos. Humilhações, intimidações, ataques e gritarias já provocaram a saída de oito contratados locais e a remoção …

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“Velha escrota”, “veadagem”, “negão”, “chinês filho da puta”, “australiano racista”. Os impropérios não fazem parte do vocabulário de nenhum novo grupo neonazista, mas são a rotina dos funcionários do Consulado-Geral do Brasil em Sydney há pelo menos dois anos. Humilhações, intimidações, ataques e gritarias já provocaram a saída de oito contratados locais e a remoção de outros cinco servidores do quadro de carreira, que pediram transferência antes de encerrado o prazo máximo de permanência no posto. É a segunda vez que o embaixador Américo Fontenelle é acusado de assédio moral. O Itamaraty instaurou uma investigação, mas os servidores temem que o caso seja novamente arquivado.

Terra teve acesso às denúncias de três funcionários e conversou com outros servidores, que preferem não se identificar. Além de Fontenelle, os trabalhadores acusam o cônsul-geral adjunto, César Cidade, de assédio moral. Motoristas, secretárias, assistentes dos setores de vistos e passaportes e oficiais de chancelaria seriam vítimas de temperamentos agressivos e abusos de poder.
Dependendo do resultado da investigação, o cônsul-geral pode ser expulso do Ministério das Relações Exteriores, mas isso nunca aconteceu na história do Itamaraty em função de acusações de assédio moral.
Fonte: Portal Terra
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