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Brasil, medicina, Pesquisa científica, Saúde, tratamento de lesões

Anvisa Libera Testes da Polilaminina para Lesões Medulares

  • Iara Artissa
  • 20/01/2026
  • 20:00

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Reprodução Redes Sociais

Reprodução Redes Sociais

A descoberta da molécula laminina na placenta por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) resultou em um remédio experimental, a polilaminina, que pode transformar o tratamento de lesões de medula óssea. Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (<a href="https://zag-card.vercel.app/noticias/anvisa-aprova-sunlenca-nova-injecao-semestral-para-prevencao-do-hiv" class="keyword-link" data-keyword="anvisa">Anvisa</a>) autorizou o início dos testes clínicos para avaliar a segurança e eficácia do medicamento. Especialistas alertam sobre a necessidade de cautela, já que muitos tratamentos promissores falharam durante os testes. Carlos Orsi, diretor do Instituto Questão de Ciência (IQC), destaca a importância dos estudos clínicos para validar a eficácia do tratamento.

A polilaminina se destaca como uma alternativa às terapias de células-tronco, que são geralmente caras e com resultados variados. Desde 2018, a UFRJ e o laboratório Cristália têm testado o medicamento em seis pacientes com lesões medulares de nível A, resultando em melhorias significativas em cinco deles. O caso de Bruno Freitas, que recuperou movimentos após a administração do fármaco, ilustra o potencial da polilaminina.

A bióloga Tatiana Coelho de Sampaio, que investiga a laminina há 25 anos, explica que a molécula é essencial para a sobrevivência celular e a regeneração neuronal. Agora, a polilaminina precisa passar por rigorosos estudos clínicos para comprovar sua segurança e eficácia, com foco em sua aplicação nas primeiras 72 horas após a lesão.

Embora os resultados iniciais sejam promissores, a Justiça já recebeu pedidos para acesso ao medicamento experimental. Em dezembro de 2025, um paciente recebeu a dose e relatou melhorias significativas em sua condição. O caminho da polilaminina ainda é longo, mas a expectativa é alta para que se torne uma opção viável no tratamento de lesões de medula espinhal.

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