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Amar, não sofrer!

  • José Matos
  • 22/03/2025
  • 10:00

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O amor é o sentimento menos entendido pela humanidade. Por isso, causa de sofrimento, violência e morte. Mas o amor verdadeiro é o último degrau para a liberdade que Buda chamou de Nirvana e Jesus chamou de Reino de Deus em nós e onde não há mais sofrimento. 

Jesus estabeleceu o amor em três etapas: amor ao próximo, amor ao próximo como a si mesmo, e amor como Ele amou. O Mestre Petrus fez o mesmo, mas com nomes diferentes: Amor eros, amor filos e amor ágape.

O amor é despertado, inicialmente, por meio das sensações e da percepção da necessidade do outro para a nossa vida: Eu, você, nós. 

Eu existo, sou diferente, posso viver de forma diferente, posso ter gosto diferente e pensar de forma diferente. Esta é a primeira estrutura mental a ser desenvolvida: Eu, ego ou amor eros, como chama o Mestre Petrus. 

É eros (vontade) que nos impulsiona ao crescimento, como chamam os psicólogos. Quanto mais forte o ego ou eu menor, mais forte será a individualidade (eu maior), chamado de Self por Jung ou atma pelos budistas. 

O segundo passo em direção ao amor é pelo autoconhecimento: só se aceitando, se amando é que alguém pode amar-se e amar o outro como a si mesmo.

O terceiro passo para se chegar ao amor, como Jesus amou, é pela ampliação do amor da família; pela percepção da nossa origem divina; pela percepção da Terra como escola e nós todos como alunos de séries diferentes, mas criados com o mesmo potencial para nos tornarmos espíritos crísticos, auxiliares do Criador. 

Este processo, às vezes, é doloroso até passarmos da metade da caminhada. O Apóstolo Pedro, antes da metade da caminhada, negou Jesus três vezes, e o Apóstolo Paulo queixava-se: “O bem que quero, este não faço. O mal que não quero fazer, este é que faço; infeliz de mim, mas pela graça de Deus não sou mais quem fui”. 

Com o passar da metade da caminhada, desenvolve-se o Amor-Filos, amor de amizade, e o Amor-Ágape, ou amor por toda a humanidade; é o amor que Jesus e Buda sentiam. 

Jesus e Buda amam, mas não sofrem, porque há sabedoria para entender que todo sofrimento é transitório e que ele, enquanto acontece, proporciona o despertamento das potências divinas presentes em todo ser humano.

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